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PM recaptura fugitivo da Penitenciária de Água Boa após tentativa de roubo

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A Polícia Militar recapturou mais um fugitivo da Penitenciária Major PM Zuzi Alves da Silva, localizada em Água Boa, na tarde desta quarta-feira (23.02). O foragido, de 22 anos, foi identificado após participar de uma tentativa de assalto em um estabelecimento comercial, em Várzea Grande. Este é o 10º dos 14 foragidos recapturado pelas Forças de Segurança desde o dia da fuga, em 03 de janeiro.

Por volta de 14h30, foi emitida, via Ciosp, uma situação de roubo em um estabelecimento anexo a um posto de combustível, no bairro Jardim dos Estados. Uma equipe do Batalhão Ambiental estava próxima e se encaminhou para a ocorrência. No local, uma testemunha afirmou que três indivíduos armados invadiram o estabelecimento comercial e anunciaram o crime. O proprietário do estabelecimento reagiu e atirou contra os suspeitos, atingindo um deles.

Os policiais realizaram buscas e encontraram um suspeito baleado no banheiro, de posse de uma arma de fogo calibre .32, que foi apreendida. O restante dos criminosos e o proprietário do estabelecimento não foram localizados e seguem sendo procurados pelas equipes policiais.

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O suspeito baleado foi atendido por uma equipe do Samu e encaminhado para o Pronto Socorro de Várzea Grande, onde foi identificado como um dos foragidos da Penitenciária de Água Boa. O foragido está internado na unidade de saúde sob custódia da Polícia Militar.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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