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MATO GROSSO

Novo procurador-geral de Justiça destaca atuação de primeira-dama de MT: “embaixadora das causas sociais”

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MATO GROSSO

A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, acompanhada do governador Mauro Mendes, prestigiou nesta quinta-feira (09.02) a posse do procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz Júnior, para o biênio 2023-2025, na sede do Ministério Público do Estado (MPE). Deosdete Cruz foi o candidato mais votado na disputa pela Procuradoria-Geral, liderou a lista tríplice e foi nomeado pelo governador. Atualmente, o MPE conta com 248 promotores atuantes.

Procurador-Geral do Estado Deosdete Curz JúniorNo discurso de posse, o procurador-geral de Justiça destacou o compromisso da primeira-dama do estado com as causas sociais. “Estendo os cumprimentos à primeira-dama Virginia Mendes, embaixadora das causas sociais, pelo comprometimento e dedicação com a parcela da sociedade que ainda enfrenta dificuldades básicas”, disse Deosdete Cruz Júnior.

Virginia Mendes agradeceu o reconhecimento do procurador-geral de Justiça e ressaltou a parceria com o MPE em projetos sociais. “O doutor Deosdete Júnior tem toda a nossa admiração. É um homem de visão humana e social. Precisamos dessa atenção e parcerias que possam somar conosco para que juntos possamos trabalhar por melhores condições de vida para nossa população. Deus o abençoe”, afirmou. 

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Deosdete Cruz também destacou a atuação pública do governador Mauro Mendes. “Homem público que preza pela democracia e pela autonomia do Ministério Público, com êxito colocou as contas públicas do nosso Estado em ordem, condição que é indispensável para um cenário de investimentos em infraestrutura e na qualidade dos serviços públicos.

Fonte: GOV MT

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MP MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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