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Mato Grosso amplia conexão aérea com nova rota da Azul para São Paulo

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MATO GROSSO

O Governo de Mato Grosso e a Azul Linhas Aéreas anunciaram, nesta semana, uma nova operação aérea entre o Aeroporto Internacional Marechal Rondon, na região metropolitana de Cuiabá, e o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. O anúncio foi feito durante reunião entre o governador Otaviano Pivetta e o CEO da companhia, John Rodgerson.

Durante o encontro, Pivetta destacou a importância da ampliação da conectividade aérea para o desenvolvimento econômico e a mobilidade da população mato-grossense. O governador também defendeu o fortalecimento das rotas regionais e a ampliação de operações nacionais e internacionais no Estado.

“Nos alegra muito saber que a Azul Linhas Aéreas está interessada em fazer negócios em Mato Grosso. Nós queremos receber vocês aqui e dar todo o apoio necessário, porque precisamos da Azul para desenvolver o nosso Estado, melhorar a mobilidade da população e oferecer mais opções de voos para o nosso povo em geral”, afirmou Pivetta.

Segundo o CEO da Azul, a companhia pretende ampliar a presença em Mato Grosso e colaborar com a expansão da malha aérea regional. Rodgerson afirmou que a empresa está trabalhando para atender demandas relacionadas ao aumento de voos e horários considerados estratégicos para o Estado.

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“Estamos muito felizes por estarmos aqui. O Governo de Mato Grosso foi duro nas negociações, pedindo mais voos e horários nobres, e a Azul está empenhada em atender Mato Grosso. Vai ser um prazer voar com vocês”, declarou.

A nova rota entre Cuiabá e Congonhas começará a operar após o feriado da Independência, em setembro de 2026, com duas frequências diárias em cada sentido. As operações serão realizadas com aeronaves Embraer E2, com capacidade para 136 passageiros.

Ao todo, serão 26 voos semanais e mais de 14 mil assentos ofertados por mês. A conexão deve ampliar o acesso de passageiros mato-grossenses à capital paulista e facilitar conexões para outros destinos nacionais operados pela companhia.

A ampliação da malha aérea também busca atender à demanda corporativa ligada ao agronegócio, setor estratégico para a economia de Mato Grosso, além de fortalecer o turismo regional. Cuiabá é considerada uma das principais portas de entrada para destinos como o Pantanal, Chapada dos Guimarães e Nobres.

A nova operação ocorre após a reformulação do programa Voe MT, conduzida pelo Governo do Estado por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec). As mudanças passaram a vincular os incentivos fiscais à ampliação efetiva da malha aérea, considerando critérios como frequência de voos, número de municípios atendidos e expansão das conexões regionais e nacionais.

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Além da nova rota para Congonhas, a Azul também ampliou recentemente suas operações em Mato Grosso, incluindo a retomada da ligação entre Alta Floresta e Cuiabá e novas rotas saindo da capital mato-grossense para municípios como Vilhena, Ji-Paraná e Cacoal.

Fonte: Governo MT – MT

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OAB MT

Gisela Cardoso cobra investigação

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Foto da Notícia: Gisela Cardoso cobra investigação 'a fundo' sobre fatos envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro

imgA presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, defendeu uma investigação independente, rigorosa e transparente sobre os fatos que vieram a público envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Gisela aponta que a gravidade das informações exige mais do que uma apuração protocolar, sendo necessário que todos os fatos sejam efetivamente esclarecidos. “É preciso investigar, e investigar a fundo. Os fatos que vieram a público envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro exigem uma investigação independente, rigorosa e transparente. Não basta uma investigação formal”, afirmou.
A presidente da OAB-MT destacou que uma investigação legítima precisa ter autonomia, não podendo existir qualquer relação de subordinação, influência ou conflito de interesses capaz de comprometer a apuração.
“Quem investiga precisa ter autonomia real, liberdade para seguir todas as linhas de investigação e nenhuma relação de subordinação, influência ou conflito de interesses com os envolvidos. Não pode haver investigação conduzida para proteger pessoas, preservar reputações ou atender a interesses políticos. A investigação deve buscar exclusivamente os fatos e a verdade”, defendeu.
Gisela também estabelece uma distinção entre investigar e condenar, e avalia que cobrar esclarecimentos não significa fazer um julgamento antecipado, mas assegurar que os mesmos critérios de responsabilização e transparência sejam aplicados a todos, independentemente do cargo ou da posição que ocupem. “Não se trata de condenar previamente ninguém. Trata-se de assegurar que ninguém seja blindado e que ninguém seja perseguido. Se houver fatos relevantes a esclarecer, que sejam examinados até o fim”, afirmou.
Na avaliação da presidente da OAB-MT, a sociedade brasileira tem direito a uma apuração independente, sem interferência e sem privilégios. “Impedir ou limitar uma investigação independente também não pode ser aceitável em uma democracia. Que se investigue tudo com independência, com transparência e com coragem. Se houver responsabilidades, que sejam identificadas e tratadas rigorosamente dentro da lei. OAB-MT espera e requer aquilo que toda a sociedade clama, que é a apuração rigorosa dos fatos, pois a verdade não pode ter dono, lado ou proteção”.
Assessoria de Imprensa OAB-MT
Foto: Tatiane Nunes
Celular/WhatsApp: 65-99610.7865
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Fonte: OAB – MT

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