CUIABÁ
Search
Close this search box.

MATO GROSSO

Justiça Comunitária promove capacitação sobre o papel da Ouvidoria

Publicado em

MATO GROSSO

Um breve histórico da Ouvidoria do Poder Judiciário de Mato Grosso, assim como seu funcionamento e o papel da Ouvidoria da Mulher e também a dos Cartórios, farão parte do capacitação continuada que será ofertada na próxima quinta-feira (22 de setembro) pela Justiça Comunitária. Ofertado de maneira on-line, o webinário ocorrerá das 19h às 21h.
 
O objetivo, explica o juiz José Antonio Bezerra Filho, coordenador da Justiça Comunitária, é divulgar quais são os serviços prestados pela Ouvidoria no Tribunal de Justiça e estreitar o relacionamento do Poder Judiciário com a sociedade.
 
“Com o intuito de divulgar esse canal de comunicação, faz-se necessário repassar qual é o papel da Ouvidoria e quais são os serviços que estão à disposição da população, visando que esta tenha acesso à justiça, mantendo, assim, um relacionamento mais estreito com o Poder Judiciário”, observou.
 
A Ouvidoria Judiciária é um órgão que mantém um elo entre o cidadão e o Judiciário, com objetivo de orientar, informar e captar reclamações com relação à prestação jurisdicional, bem como receber diversas manifestações como elogios referentes ao trabalho desenvolvido nas unidades judiciárias, além de colaborar para o seu aprimoramento.
 
As palestrantes serão as servidoras Larissa Shimoya Krahn e Débora Chiodelli, que atuam na Ouvidoria, sendo que a capacitação é voltada a magistrados(as), servidores(as), estagiários(as) e agentes comunitários do Poder Judiciário. A servidora Evanildes de Oliveira atuará como debatedora.
 
 
Outras informações: [email protected] ou (65) 3617-3844.
  
Lígia Saito
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

Leia Também:  Forças de Segurança fazem ação educativa sobre segurança no trânsito em bares de Cuiabá
Propaganda

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicados

em

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Ouvidoria Itinerante do MP visita comunidade Nova Conquista

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Polícia Militar promove workshop sobre atuação na fiscalização de trânsito

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA