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JUCA DO GUARANÁ

Juca do Guaraná Filho oficializa candidatura como deputado Estadual

Publicado em

MATO GROSSO

O presidente da Câmara de Cuiabá e vereador Juca do Guaraná Filho (MDB) oficializou, nesta quinta-feira (04), no Hotel Delmond, em Cuiabá, durante convenção do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), a candidatura a deputado estadual. O parlamentar comemorou o lançamento da candidatura com centenas de apoiadores, que estavam com faixas e até uma banda de percussão. 

“Hoje foi dia de festa. Hoje me lembrei da minha primeira convenção, essa luta será do povo, o mandato será do povo. Agora é oficial, vamos pra rua, pedir voto. Lá na Assembleia Legislativa tem 23 vagas, porque uma é nossa. Do povo mato-grossense”, destacou o vereador.
 
Juca do Guaraná Filho explicou que apesar de já ter experiência na política, sente um ‘frio na barriga’ como se estivesse disputando o pleito pela primeira vez.

“O bloco vai com força pras ruas. Já comprei cinco pares de sapato para gastar a sola e ir atrás do voto e pedir apoio para representar bem Cuiabá e Mato Grosso”, complementou.

O presidente do partido e deputado Carlos Bezerra disse que o MDB trabalha para conquistar cinco cadeiras na Assembleia Legislativa e destacou o nome do vereador Juca do Guaraná como um candidato forte. 

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“Juca é um nome forte que o partido está lançando para deputado estadual. Temos trabalhado para que cinco cadeiras na Assembleia Legislativa sejam ocupadas pelo MDB”, disse Bezerra.

Fonte: Eleições 2022

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MP MT

Réu é condenado a 40 anos de reclusão por feminicídio

Publicados

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O Tribunal do Júri de Ribeirão Cascalheira (a 900 km de Cuiabá) condenou, na sexta-feira (2), A.A.F.G. a 40 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo feminicídio de L.S.S. A acusação foi sustentada em plenário pelo promotor de Justiça Bruno Barros Pereira. O julgamento ocorreu com aplicação da Lei nº 14.994/2024, que elevou as penas para o crime de feminicídio.O Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade do crime, bem como a qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foram aplicadas as causas de aumento relacionadas ao emprego de arma de fogo de uso restrito e ao meio cruel utilizado na execução. Na sentença, o juízo negou ao réu o direito de recorrer em liberdade, manteve a prisão e determinou o início imediato do cumprimento da pena.Para o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, a condenação representa uma resposta firme do Sistema de Justiça a um crime marcado pela violência e pela discriminação de gênero. “Foi um caso emblemático para a região e uma resposta importante para a sociedade diante da gravidade dos fatos”, destacou.Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi motivado pelo inconformismo do acusado com o fim do relacionamento extraconjugal mantido com a vítima. Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime ocorreu em um contexto de menosprezo à condição de mulher, permeado por humilhação e sentimento de posse.As investigações apontaram que o réu decidiu matar a vítima horas antes do crime e se dirigiu armado até o local onde ela estava. Antes dos disparos, submeteu a mulher a uma situação degradante. Segundo a acusação, a vítima foi puxada pelos cabelos, obrigada a se ajoelhar e, em seguida, atingida por dois tiros no rosto.Bruno Barros Pereira ressaltou que as provas apresentadas em plenário demonstraram a violência extrema empregada na execução do crime e o desprezo do condenado pela condição feminina. “Os elementos levados ao julgamento evidenciaram a motivação de gênero e a crueldade da conduta, circunstâncias que foram reconhecidas pelos jurados e refletidas na pena aplicada”, afirmou.Processo 1000481-46.2025.8.11.0079.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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