MATO GROSSO
Investigações sobre estelionato virtual em 2023 resultaram na recuperação de R$ 4,6 milhões
MATO GROSSO
O valor, proveniente dos mais variados golpes praticados por meio eletrônico, contra vítimas mato-grossenses e de outros estados do Brasil, foi restituído graças à rápida atuação da DRCI, que agiu para realizar bloqueios junto às instituições bancárias.
Durante o ano passado, as investigações da DRCI no combate a crimes pela internet possibilitaram identificar e prender os golpistas, resultando, ainda, na deflagração de seis operações policiais, 28 cumprimentos de mandados de buscas e 14 prisões.![]()
Operações
Em abril de 2023, a DRCI foi o ponto focal da Operação Escola Segura, realizada em conjunto com o Ministério da Justiça com abrangência em todo o Estado de Mato Grosso. As investigações identificaram 207 pessoas envolvidas em divulgação de ameaças e supostos ataques contra a unidades de ensino no Estado.
A equipe da DRCI também desencadeou as operações Venda Fantasma, Illusion; Dardário 1 e 2 e deu 18 suportes operacionais em ações das Polícias Civis de outras federações contra estelionatários.
Prevenção
Além da repressão a delitos informáticos, a DRCI ministrou cursos e palestras de temas como “Blindagem Cibernética: vulnerabilidade e soluções”, destinada aos diretores da Polícia Civil.
A Delegacia também capacitou servidores da Corregedoria-Geral, Regional de Alta Floresta, unidades das Diretorias de Atividades Especiais, Interior, Metropolitana e da Acadepol com noções básicas de investigação de crimes informáticos.
A especializada ainda apresentou a magistrados do Tribunal de Justiça de Mato Grosso a palestra “Violência cibernética de gênero”.
Para estudantes da rede pública de ensino, a DRCI ministrou palestras sobre “Ciber Bulliyng e outros crimes informático” e promoveu o Workshop de Práticas Tecnológicas de Investigação Cibernéticas junto com o assessor jurídico do Google e com representante da Microsoft para 40 policiais civis.![]()
Avanço na produtividade
Desde sua criação, em 2021, a DRCI recuperou o total de R$ 8,3 milhões em bloqueios bancários, realizados por meio de parceria com os setores antifraudes das instituições bancárias.
Em 2022 a especializada recuperou, aproximadamente, R$ 2,9 milhões e, comparado com o ano seguinte, o aumento foi de 60,3% de valores retirados das mãos de criminosos.
Atuação
A delegacia foi criada após o surgimento da alta complexidade técnica em investigações de crimes praticados por meio eletrônico e da evolução do uso da internet por organizações criminosas. O estelionato virtual é uma das modalidades de crime de alta recorrência.
“A criatividade dos golpistas com a finalidade de subtrair valores de vítimas não para e, a cada dia, surgem novos delitos utilizando o meio virtual”, destacou a delegada titular, Juliana Palhares.
A DRCI tem como foco principal os crimes virtuais próprios, aqueles que envolvem invasões de dispositivos informáticos, sequestros de dados por meio de malwares e outras situações que atingem a inviolabilidade de dados ou de informações.
Outra atribuição é dar apoio a investigações realizadas por outras delegacias do estado em delitos comuns que utilizam como meio a internet. Entre os crimes impróprios mais recorrentes estão o estelionato, furto mediante fraude, extorsão e crimes contra a honra.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis
A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).
O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.
Foto: Darlene Marques | Setasc-MT
Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.
“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.
A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.
Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.
Foto: Darlene Marques | Setasc-MT
“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.
Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.
“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.
A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.
Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.
Foto: Layse Ávila | Setasc-MT
“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.
Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.
“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.
O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.
Foto: Darlene Marques | Setasc-MT
Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.
Fonte: Governo MT – MT
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