MATO GROSSO
Hospital Metropolitano promove mutirão de cirurgia neste sábado (30)
MATO GROSSO
O Hospital Metropolitano, mantido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) em Várzea Grande, vai atender 29 pacientes que precisam de cirurgias gerais, por meio de um mutirão neste sábado (30.8), a partir das 7h.
Serão realizados 23 procedimentos de colecistectomia (retirada de vesícula) e seis hernioplastias (cirurgia de hérnia). Todos os pacientes aguardavam por cirurgias via Sistema de Regulação e serão atendidos, gratuitamente, pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
“Os mutirões do Hospital Metropolitano aos sábados já viraram rotina e têm ajudado a atender os pacientes com a celeridade necessária. As pessoas atendidas são residentes de variados municípios do Estado. Eles passam pelo procedimento e rapidamente retornam às suas atividades, com mais qualidade de vida”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.
O mutirão vai atender pacientes de 14 municípios: Araputanga, Barra do Bugres, Cáceres, Colniza, Cuiabá, Diamantino, Juína, Mirassol D´Oeste, Nova Guarita, Rondonópolis, Rosário Oeste, Sinop, Sorriso e Várzea Grande. Eles contam com apoio logístico das prefeituras para o transporte até o hospital, em Várzea Grande e, em caso de necessidade, para hospedagem em casa de apoio.
Os pacientes têm idades entre 17 e 81 anos, passaram por consultas com o cirurgião geral do hospital e realizaram os exames necessários para estarem aptos para o procedimento.
A diretora do Hospital Metropolitano, Cristiane de Oliveira, explicou que os mutirões são planejados para que a espera pelo procedimento, no dia agendado, seja mínima, com a utilização simultânea das cinco salas cirúrgicas.
“Já foram realizadas 198 operações nos sete mutirões realizados só neste ano, até julho, pelo Hospital Metropolitano. São cirurgias pouco invasivas e que não demandam tempo prolongado de internação do paciente. É um esforço coletivo de toda a equipe para melhorar a vida dos cidadãos mato-grossenses”, informou.
A gestora ainda destacou que o pós-operatório desses procedimentos é simplificado.
“A cirurgia é mais moderna e menos invasiva, por videolaparoscopia, onde utilizam pequenas incisões e não sendo necessário um corte maior, como em uma cirurgia tradicional. Assim, a recuperação é muito mais rápida, com menos dor e risco de infecção, além de cicatrizes bem menores”, concluiu Cristiane.
A equipe que trabalhará na ação é composta por cinco médicos cirurgiões e cinco médicos residentes, quatro anestesistas, dez técnicos de enfermagem e dois enfermeiros.
Saiba mais sobre o hospital
O Hospital Metropolitano conta com 239 leitos operacionais, sendo 178 leitos de enfermaria, 50 leitos de UTI, cinco leitos de Recuperação Pós-Anestésica (RPA) e seis leitos de estabilização, além de cinco salas cirúrgicas e 14 consultórios.
A unidade tem perfil cirúrgico e é referência em ortopedia, traumatologia, cirurgia bariátrica, neurocirurgia, urologia, vascular e cirurgia-geral.
É importante que os pacientes que precisam ser operados em Mato Grosso mantenham o cadastro do SUS atualizado para que, quando contemplados com a cirurgia, possam ser contactados sem dificuldades.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.
Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.
As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.
Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.
Modo de atuação
De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.
No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.
Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.
Lavagem de dinheiro
As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.
Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.
O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.
“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.
Operação Janus
O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.
Fonte: Governo MT – MT
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