MATO GROSSO
Governador assina R$ 9 milhões para obras em Poconé, Ipiranga do Norte e Nova Canaã
MATO GROSSO
O governador Mauro Mendes assinou mais de R$ 9 milhões em obras de asfalto novo, restauração e manutenção de estradas para os municípios de Ipiranga do Norte, Nova Canaã e Poconé.
Os convênios foram firmados na manhã desta terça-feira (31.05), junto aos prefeitos Orlei Grasseli, o “Graxa” (Ipiranga do Norte), Rubens Rosa, o “Rubão” (Nova Canaã), e Tatá Amaral (Poconé). Também participaram do ato o deputado estadual Dilmar Dal Bosco e o secretário de Estado de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira.
“Com o bom desempenho que o Estado está tendo, conseguimos ter a capacidade de também ajudar os municípios a cumprirem o seu papel perante o cidadão. Fazer asfalto urbano, recuperação, iluminação pública, saneamento. E com isso conseguimos melhorar a qualidade de vida dos mato-grossenses”, destacou o governador.
Para Ipiranga do Norte, foi assinado convênio voltado à restauração de 29 ruas e avenidas com microrrevestimento, com repasse de R$ 2,6 milhões do Estado e R$ 766,3 mil da Prefeitura. Também será destinada uma motoniveladora ao município.
Já Nova Canaã foi beneficiada com convênios para asfalto novo e drenagem no Residencial Morada do Sol (R$ 1,27 milhão do Estado e R$ 26 mil da Prefeitura), e construção de calçadas e rampas de acessibilidade (R$ 880 mil do Estado e R$ 195,9 mil da Prefeitura).
Em Poconé, os convênios são para:
– Manutenção de 22 km de estradas vicinais no trecho do entroncamento da BR-070 até a ponte Rio Sangradouro (R$ 842,2 mil do Estado e R$ 8,5 mil da Prefeitura);
– Microrevestimento em diversas ruas do Distrito de Cangas (R$ 1,6 milhão do Estado, sendo R$ 1 milhão de indicação do deputado federal Neri Geller, e R$ 388 mil da Prefeitura);
– Asfalto novo e drenagem no Bairro Primavera (R$ 1,3 milhão do Estado, por indicação do deputado federal Carlos Bezerra, e R$ 86,7 mil da Prefeitura).
“Agradeço muito ao governador pelos convênios e pela motoniveladora. Vai dar uma melhoria muito grande ao nosso município. É um novo modo de governar, que tem mais proximidade com os municípios e faz as ações chegarem na ponta”, afirmou o prefeito Graxa, de Ipiranga do Norte.
MATO GROSSO
Sema embarga área por saneamento clandestino despejado em córrego de Mirassol D´Oeste
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) embargou uma área do município de Mirassol D´Oeste, por operação de sistema de saneamento clandestino, até que seja promovida a regularização ambiental. Durante a autuação, ocorrida na sexta-feira (17.4), os fiscais identificaram o local da escavação que permitiu a entrada de resíduos sólidos e líquidos brutos no sistema de drenagem pluvial, que deságua no Córrego André. Nesta quarta-feira (22), equipes da Sema voltam ao local para fazer a coleta em vários pontos no córrego para análise em laboratório.
Foi verificado também o descarte de resíduos no local oriundos do serviço de limpa fossa. A ação imediata, requerida pela Promotoria de Justiça da Comarca do município, contou com o auxílio da Polícia Militar Ambiental, por meio da 1ª Companhia Independente de Proteção Ambiental, e Polícia Militar de Mirassol D´Oeste.
De acordo com a Sema, a área já havia sido interditada. “A continuidade das atividades em uma área formalmente interditada configura crime de desobediência à ordem administrativa ambiental e reincidência específica, agravando a responsabilidade penal dos envolvidos”, destacou o diretor da Unidade da Sema em Cáceres, Luiz Sergio Garcia.
Segundo ele, o documento e as provas colhidas serão encaminhados ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso e à Delegacia Especializada do Meio Ambiente para apuração no âmbito cível e criminal.
Além da coleta em vários pontos no córrego, será requerido ao município a elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), exigido pelo Sema e pelo Ministério Público para reparar danos ambientais, focando na reabilitação do meio físico e biótico (solo, fauna, flora), na qual envolve diagnóstico, ações de revegetação e monitoramento, visando a estabilidade ambiental da área.
A introdução de carga orgânica in natura em sistema clandestino provoca a degradação sistêmica do corpo hídrico, com reflexos diretos no Rio Jauru e na bacia do Rio Paraguai, comprometendo a biodiversidade e a saúde pública regional.
Fonte: Governo MT – MT
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