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MATO GROSSO

Gestores de comarcas participam da elaboração de manual de rotina das unidades judiciais

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MATO GROSSO

Após três dias intensos de debates foi concluída a primeira etapa para a confecção de um manual de rotina para gestores gerais da Justiça Estadual de Mato Grosso. Mais de 60 servidores representantes de comarcas se reuniram na Escola dos Servidores do Judiciário de Mato Grosso para traçarem a uniformização de ações e atividades ligadas à área.

No último dia do encontro, os servidores tiveram a oportunidade de conversarem diretamente com os coordenadores das áreas de Infraestrutura, Escola dos Servidores, Administrativo, Planejamento, Tecnologia da Informação e Financeiro. O encontro foi mais uma parceria entre a Presidência e a Corregedoria-Geral do Tribunal de Justiça.
 
A diretora-geral do TJMT, Claudenice Deijany Farias de Costa, destacou como positivo e essencial o evento ao dizer que esse tipo de atividade é muito salutar para toda Administração e jurisdicionados, primeiro pelo fato dos servidores se sentirem pertencentes, acolhidos e abraça
dos, como a própria presidente, desembargadora Maria Helena Póvoas acentuou. “E minha função aqui é a de ouvir e anotar todas as demandas, para verificarmos todas as possibilidades de atendimento. O que os gestores gerais, que convivem com todas as agruras em termos de gestão de
 pessoas, por exemplo, necessitam para desempenharem ainda melhor as funções”, frisou a diretora-geral.

O coordenador da Corregedoria, Flávio de Paiva Pinto, também classificou como relevante esse contato mais pontual uma vez que o encontro foi solicitado pelos próprios gestores das unidades judiciais durante as visitas do Corregedoria em Ação nos polos judiciais do Estado.

Para o próximo encontro, marcado para sete de outubro, de acordo com a diretora do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (Dapi), Renata Bueno, será criado e implantado um modelo de trabalho colaborativo onde cada grupo de gestores ficará responsável por determinada atividade. Nas contas da diretora do Dapi, a validação das demandas, das ações, definirá a conclusão do manual. “Temos muitos gestores novos e como há três anos não ocorriam encontros como esse foi uma oportunidade de nos aprimorarmos e darmos total atenção às necessidades dos servidores”, indicou Renata Bueno.

“Nós somos os olhos dos juízes e juízas diretoras e nos sentimos muito valorizados, uma vez que tivemos condições e espaço para darmos ciência de todas as atribuições que são inerentes ao nosso cargo. São inúmeras e torna-se extremamente necessário a orientação e troca de ideias para buscarmos a solução e ofertar os melhores serviços aos usuários da Justiça”, assegurou a gestora de Rondonópolis, Thais Muti de Oliveira. Quem também aprovou o evento foi a gestora-geral da Comarca de Sinop, Letícia Lopes Lourenço Bernini, ao afirmar que “essas trocas de experiências são muito importantes para aperfeiçoar o trabalho dos gestores e melhorar as entregas e o gerenciamento das demandas”.

Há 11 anos à frente da Comarca de Campo Verde, na região sul do Estado, Claudiomiro Donadon Pereira disse que o evento, além de definir um manual de rotinas, aproximou as comarcas. “Temos muitas particularidades, mas, ao mesmo tempo, problemas semelhantes e essa chance que estamos tendo aqui fará a diferença em um futuro bem próximo”, considerou o gestor.

#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: colorida, horizontal. A diretora geral do TJMT está sentada e fala ao microfone. Ela usa roupa escura. Foto 2: colorida, horizontal. A diretora do Dapi está em pé e fala ao microfone. Ela usa uma blusa cinza e calça preta. Foto 3: Colorida, horizontal. A gestora de Rondonópolis está em pé e usa vestido preto. 

Ranniery Queiroz
Assessor de imprensa CGJ
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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MP MT

 MP recomenda investigação no DAE após vídeo envolvendo presidente 

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande recomendou à Prefeitura de Várzea Grande a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Rogério de França Martins, após a divulgação de um vídeo em que ele aparece recebendo maços de dinheiro. O Ministério Público também orientou a análise da necessidade de afastamento do gestor durante as investigações.
A recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil instaurado para verificar se os valores recebidos por Rogério Martins têm relação com o exercício do cargo, com recursos públicos ou com interesses de terceiros vinculados à autarquia. Segundo o Ministério Público, os fatos apurados podem configurar infrações administrativas, atos de improbidade administrativa e até crimes contra a administração pública, caso sejam confirmadas irregularidades.
De acordo com a investigação, o vídeo divulgado pela imprensa mostra o presidente do DAE sentado diante de uma mesa no momento em que recebe um maço de dinheiro, que posteriormente seria guardado no bolso da calça. Em outro trecho das imagens, uma sacola contendo valores em espécie é entregue ao gestor. O material audiovisual foi analisado pela Promotoria de Justiça responsável pelo caso.
O Ministério Público também considerou a divulgação de um áudio atribuído a Rogério Martins, no qual ele solicita apoio de membros e servidores da Câmara Municipal para justificar o episódio registrado nas imagens. A Promotoria cita ainda a existência de outra investigação relacionada a supostas irregularidades no DAE, envolvendo o pagamento de produtividade a servidores e possível desvio de recursos públicos.
Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, a medida busca assegurar a adequada apuração dos fatos e o cumprimento dos princípios que regem a administração pública.“A Administração Pública tem o dever de investigar toda situação que possa comprometer a legalidade, a moralidade e a confiança da população nas instituições. Nossa recomendação visa justamente garantir que os fatos sejam esclarecidos e que as providências cabíveis sejam adotadas.”, explicou.
Na notificação, o Ministério Público concedeu prazo de dez dias para que o município informe as medidas adotadas e encaminhe documentos que comprovem o atendimento da recomendação. Além disso, as informações apuradas foram compartilhadas com a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), para conhecimento e eventual adoção das providências cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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