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Escola de Governo abre inscrições para curso presencial de Análise de Riscos na Nova Lei de Licitações

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MATO GROSSO

A Escola de Governo do Estado está com inscrições abertas para o curso de Análise de Riscos na Nova Lei de Licitações. O curso oferecido pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) é presencial e tem carga horária de 20 horas. 

A qualificação está disponível a todos os servidores do Poder Executivo e tem como público-alvo os agentes de licitação, pregoeiros, fiscais de contrato e servidores que trabalham com aquisições e contratos. Ao todo, são ofertadas 40 vagas.

O objetivo é desenvolver competências no uso de ferramentas gerenciais aplicadas ao controle de risco nas aquisições governamentais, facilitar mecanismo de controle ao risco, estabelecer boas práticas nas aquisições governamentais, facilitar metodologias na avaliação de riscos inerentes e residuais, entre outros.

A qualificação será ministrada pelo gestor governamental da Seplag, especialista em Gestão de Risco, Waldevino Souza, e acontecerá na sala de aula da Coordenadoria de Desenvolvimento Educacional do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Os interessados têm até o próximo dia 20 para se inscrever. As aulas terão início no dia 23 de janeiro. Para se inscrever clique AQUI.

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Outras informações pelo telefone (65) 3613-3611

Supervisão de texto: D’Laila Borges

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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