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Corregedoria padroniza ação de distribuidores, agentes da infância e gestores em novos manuais

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MATO GROSSO

A Corregedoria-Geral da Justiça do Poder Judiciário de Mato Grosso em mais uma ação para facilitar a rotina e padronizar ações criou mais três Manuais de Rotina: Distribuidores, Agentes da Infância e Juventude e Gestores Gerais. Os manuais foram produzidos pela Corregedoria em parceria com cerca de 150 representantes das três áreas de Comarcas de todo o Estado, que em encontros presencias trocam experiências e trabalham para desenvolver uma uniformização de ações e boas práticas a fim de melhorar a atuação em Mato Grosso
 
“Gostaria de agradecer a todos pelos esforços na construção desses manuais que foram feitos por múltiplas mãos. Uma ação que vai ficar na história, pois a ideia é que eles sejam sempre atualizados. Nós ainda regulamentamos os três manuais com Provimentos o que garantirá que seu uso seja obrigatório. Estou no fim da minha gestão e com muita alegria entrego mais uma ação que vem para ajudar nas melhorias dos nossos serviços”, ressaltou o corregedor, desembargador José Zuquim Nogueira, em reunião virtual realizada para agradecer a entrega dos manuais.
 
Aproveitando a fala do corregedor, o juiz auxiliar da (CGJ), Emerson Luis Pereira Cajango, ressaltou a importância da padronização. “Sabemos que não são documentos perfeitos, ele não existe, mas assim como estamos em constante evolução o manual será atualizado quando necessário. Obrigados a todos que aceitaram fazer parte desse processo”.
 
Já o coordenador da Corregedoria, Flávio de Paiva Pinto, destacou a importância de os manuais terem sido produzidos por múltiplas pessoas. “Ao trabalharmos em conjunto, conhecendo as boas práticas, com as pessoas que mais tem interesse padronizamos ações e desenvolvemos fluxos que ajudarão na maior efetividade do serviço. Para entregaremos melhor e mais. Parabéns a todos os envolvidos”.
 
O Manual de Rotina dos Agentes da Infância e Juventude foi aprovado pelo Provimento Nº 40 do TJMT/CGJ, de 18º de novembro de 2022, o Manual dos Gestores Gerais, chamado de Manual de Rotinas das Centrais de Administração, Provimento Nº 42 do TJMT/CGJ, de 18º de novembro de 2022 e o Manual de Rotinas das Centrais de Distribuição pelo Provimento Nº 41 do TJMT/CGJ, de 18º de novembro de 2022.
 
 
 
 
#ParaTodosVerem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: Imagem colorida. O Corregedor está sentado à mesa com mais quatro pessoas. Ele fala com a equipe que está presente presencialmente e por videoconferência.
 
Larissa Klein  
Assessoria de Imprensa CGJ
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Edital da Secel viabiliza inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande

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O edital “Inventários de Patrimônio Imaterial de Mato Grosso – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está viabilizando a documentação dos saberes seculares das redeiras de Limpo Grande, em Várzea Grande.

Realizado pela Associação Tece Arte, o projeto vai, pela primeira vez, transformar o “saber-fazer” das artesãs locais em um acervo documental definitivo. O objetivo é transformar esse “segredo de família” em um guia de consulta digital para pesquisadores, estudantes e entusiastas da arte popular de todo o mundo.

“Não estamos registrando apenas um objeto de decoração, mas uma tecnologia ancestral de resistência feminina. Mais do que fios e nós, o que se produz em Limpo Grande é memória viva “, afirma a coordenadora do projeto, Ester Moreira Almeida.

O Inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande utiliza um registro minucioso de imagens e depoimentos para mapear todo o processo — desde a colheita e preparo da matéria-prima até o acabamento dos padrões que deram fama nacional às redes de Várzea Grande. Com lançamento previsto para junho deste ano, o projeto está na fase de entrevistas.

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Por décadas, a técnica da tecelagem em Limpo Grande residiu apenas na tradição oral, passada de mãe para filha sob o som ritmado dos teares de madeira. O projeto, agora, mergulha nesse universo para registrar o que antes era invisível: os nomes dos pontos, a simbologia das cores e os relatos de resistência das mulheres que transformaram o artesanato em sustento e voz.

Para Ester, o inventário é um tributo à autonomia das mestras redeiras, preservando a tecelagem como símbolo de orgulho e desenvolvimento social.

“Ao sistematizar esse conhecimento, a Associação Tece Arte, com apoio da Secel, não apenas protege o passado, mas projeta o futuro. O projeto reafirma que, enquanto houver mãos tecendo em Limpo Grande, o patrimônio brasileiro continuará pulsando”, conclui.

(Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT

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