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Corregedoria inicia as correições presenciais em Juscimeira

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MATO GROSSO

A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso iniciou as correições presenciais em 2023, nesta segunda-feira (06), pela Comarca de Juscimeira. O corregedor-geral, desembargador Juvenal Pereira da Silva, acompanha os trabalhos in loco e destaca que a ideia é aproximar o Poder Judiciário da sociedade em geral.
 
Conforme o corregedor-geral, nas correições é possível verificar questões processuais, técnicas e instalações da comarca, atividades inerentes à função da CGJ-MT. “Também é a oportunidade que temos para colher informações e sugestões junto à sociedade para que possamos aprimorar os nossos serviços. Quando estamos na comarca e recebemos o cidadão, ouvimos os seus reclames e posteriormente deliberamos e orientamos os juízes a verificarem aqueles casos que estão fora da curva. O nosso pensamento sempre é orientativo”, disse.
 
Além do corregedor-geral, também seguem na comitiva os juízes auxiliares Emerson Luis Pereira Cajango e Lídio Modesto da Silva Filho, ambos estão atendendo os servidores e magistrados em suas respectivas atribuições. “As correições são realizadas anualmente. E agora, com o arrefecimento da pandemia, voltamos com a forma presencial”, explicou Cajango.
 
O juiz da Vara Única de Juscimeira, Alcindo Peres da Rosa, agradeceu a presença da equipe da CGJ e a escolha da comarca para a abertura dos trabalhos presenciais. “Para nós é um grande prazer recebê-los no sentido de nos auxiliar para conseguirmos melhores números e resultados. Nossa comarca enfrenta problemas por ser pequena, mas estamos trabalhando bastante para melhorar. Se estamos bem hoje é justamente pelo trabalho dos servidores daqui e da Corregedoria”, disse.
 
O corregedor-geral explica que a partir do momento que a comarca não está alcançando as metas impostas pelo CNJ, a Corregedoria fornece o auxílio material para que os trabalhos sejam realizados a contento e de forma célere. “É uma visita para reger em conjunto. A comarca de Juscimeira está no caminho certo. É prata, mas pode chegar a ouro e diamante”, disse o corregedor se referindo à classificação adotada pelo CNJ (Diamante, Ouro, Prata e Bronze).
 
Segundo o juiz auxiliar, Lídio Modesto da Silva Filho, a comarca está muito bem, possui apenas um indicador que precisa ser melhorado. “Aqui há um problema em relação a arquivamentos. Já reuni com a minha equipe para encontrarmos a melhor forma de realizar essa tarefa e sanar de vez essa única inconsistência. Queremos que a comarca fique sempre no indicador verde”, disse.
 
O prefeito do município, Moisés dos Santos, aproveitou a oportunidade para tratar sobre demandas dos munícipes, em especial, a regularização fundiária. “Esse é um tema sensível em nossa cidade. Já evoluímos muito, mas ainda há muitas áreas e imóveis para serem regularizados. Por isso, todo apoio é bem-vindo”, lembrou.
 
O corregedor-geral recebeu ainda o Ministério Público, representado pelas promotoras Cynthia Antunes e Cássia Vicente, e o presidente da OAB, 18ª Subseção, Ricardo Marques de Abreu acompanhado de membros da Ordem de municípios vizinhos. Ao final do dia, o corregedor-geral visitou ainda as instalações de dois cartórios no município: Cartório do 1° Ofício e do 2° Ofício.
 
As visitas às comarcas e correições seguem no decorrer da semana. Nesta terça-feira (07), é a vez de Dom Aquino, na quarta-feira (08) Jaciara e quinta-feira (09) a agenda se encerra em Poxoréu. Só neste ano estão previstas visitas em 80 comarcas conforme determinação do CNJ.  
 
#Paratodosverem Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: primeira imagem: foto horizontal colorida. O corregedor está sentado ao centro, e ao seu lado direito estão os juízes auxiliares, Lídio Modesto, que fala ao microfone, e Emerson Cajango. Eles conversam com servidores do Fórum de Juscimeira. Segunda imagem: foto horizontal colorida. O corregedor, que está de terno preto e gravata rosa conversa com as promotoras Cynthia G. Antunes e Cássia Vicente. Ao seu lado esquerdo está o juiz auxiliar Lídio Modesto.
 
Gabriele Schimanoski  
Assessoria de Imprensa da CGJ-MT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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MP MT

Primeiro dia de júri do caso Zampieri ouve seis testemunhas

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O Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá encerrou, nesta terça-feira (29), o primeiro dia de julgamento de três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri. A sessão será retomada nesta quarta-feira (30), às 9h, com a continuidade da instrução em plenário.Ao longo do dia, foram ouvidas seis testemunhas. Prestaram depoimento o delegado da Polícia Civil Nilson André Farias de Oliveira, responsável pelas investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP); o delegado da Polícia Federal Marco Bontempo; o empresário José Marcos Marini; Mariana Costa Pinto; Lucilene Gonçalves da Silva; e o delegado da Polícia Civil Edilson Ricardo Pick.Durante as oitivas, os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins concentraram os questionamentos na reconstituição da dinâmica do homicídio, no planejamento da ação criminosa e nos elementos probatórios produzidos ao longo das investigações conduzidas pela Polícia Civil e pela Polícia Federal.O julgamento apura a responsabilidade de Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas. Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), Antônio Gomes da Silva é apontado como autor dos disparos que vitimaram Roberto Zampieri. Hedilerson Fialho Martins Barbosa teria participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime, enquanto Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas é acusado de integrar a empreitada criminosa.A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Também atua na acusação, como assistente do Ministério Público, o advogado Giovani Santin.Os trabalhos serão retomados na manhã desta quarta-feira (30), quando haverá continuidade das demais fases previstas para o julgamento.Fotos: TJMT

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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