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MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros integra operação nacional para intensificar ações preventivas no Estado

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MATO GROSSO

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) deu início, no domingo (01.12), à Operação Alerta Vermelho – LIGABOM 2024. A ação busca intensificar ações preventivas e educativas voltadas à segurança da população neste período de festividades e grande movimentação de pessoas.

A operação envolve os Corpos de Bombeiros de todos os Estados do Brasil. Em Mato Grosso, a iniciativa compreende atividades coordenadas nos 24 municípios que possuem unidades da instituição.

De acordo com o diretor-adjunto da Diretoria Operacional do CBM-MT, tenente-coronel Rafael Ribeiro Marcondes, a operação é uma ação estratégica de alcance nacional que busca promover a conscientização, prevenir acidentes e garantir a segurança da população neste período de final de ano.

“Ao unir esforços de todas as corporações de bombeiros militares do Brasil, a operação evidencia a importância da atuação integrada e planejada, impactando diretamente a sociedade com orientações e ações concretas que salvam vidas”, afirmou o tenente-coronel.

O primeiro dia da operação foi marcado por uma série de atividades, incluindo orientações realizadas pelos bombeiros sobre temas como primeiros socorros, prevenção de acidentes domésticos e segurança no trânsito.

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Além disso, as equipes se posicionaram em locais estratégicos para prevenir acidentes em áreas de maior fluxo de veículos e pessoas.

A Operação Alerta Vermelho – LIGABOM 2024 segue, até o dia 08 de dezembro, com novas ações planejadas para fortalecer a cultura de prevenção em todo o estado.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

 MP recomenda investigação no DAE após vídeo envolvendo presidente 

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande recomendou à Prefeitura de Várzea Grande a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Rogério de França Martins, após a divulgação de um vídeo em que ele aparece recebendo maços de dinheiro. O Ministério Público também orientou a análise da necessidade de afastamento do gestor durante as investigações.
A recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil instaurado para verificar se os valores recebidos por Rogério Martins têm relação com o exercício do cargo, com recursos públicos ou com interesses de terceiros vinculados à autarquia. Segundo o Ministério Público, os fatos apurados podem configurar infrações administrativas, atos de improbidade administrativa e até crimes contra a administração pública, caso sejam confirmadas irregularidades.
De acordo com a investigação, o vídeo divulgado pela imprensa mostra o presidente do DAE sentado diante de uma mesa no momento em que recebe um maço de dinheiro, que posteriormente seria guardado no bolso da calça. Em outro trecho das imagens, uma sacola contendo valores em espécie é entregue ao gestor. O material audiovisual foi analisado pela Promotoria de Justiça responsável pelo caso.
O Ministério Público também considerou a divulgação de um áudio atribuído a Rogério Martins, no qual ele solicita apoio de membros e servidores da Câmara Municipal para justificar o episódio registrado nas imagens. A Promotoria cita ainda a existência de outra investigação relacionada a supostas irregularidades no DAE, envolvendo o pagamento de produtividade a servidores e possível desvio de recursos públicos.
Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, a medida busca assegurar a adequada apuração dos fatos e o cumprimento dos princípios que regem a administração pública.“A Administração Pública tem o dever de investigar toda situação que possa comprometer a legalidade, a moralidade e a confiança da população nas instituições. Nossa recomendação visa justamente garantir que os fatos sejam esclarecidos e que as providências cabíveis sejam adotadas.”, explicou.
Na notificação, o Ministério Público concedeu prazo de dez dias para que o município informe as medidas adotadas e encaminhe documentos que comprovem o atendimento da recomendação. Além disso, as informações apuradas foram compartilhadas com a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), para conhecimento e eventual adoção das providências cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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