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Colniza realiza palestras sobre o combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes

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MATO GROSSO

As comarcas do Estado seguem com as atividades voltadas ao Maio Laranja, campanha criada para combater o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Em Colniza (1065 km a noroeste de Cuiabá), a Vara Única em parceria com Secretaria Municipal de Educação, a Secretaria Municipal de Saúde e o Núcleo da Promotoria de Justiça do Ministério Público do município realizam palestras orientativas nas escolas estaduais sobre a temática.
 
Nos dias 17 e 18 de maio a equipe multidisciplinar visitou a Escola Estadual Tarsila do Amaral e no dia 18 participou da caminhada e pit stop “Maio Laranja” juntamente com o CRAS e a Secretaria Municipal de Assistência Social. Já no dia 19 de maio foi a vez da Escola Estadual Bernadinho Gomes Sa Luz receber o grupo. Fechando a programação, ainda está prevista visita à escola do Distrito Guariba, a 150 km de Colniza, nos dias 25 e 26 de maio.
 
De acordo com o juiz da Vara Única, Luiz Antonio Muniz Rocha, a equipe multidisciplinar da Comarca composta pela psicóloga, Diliana Rodrigues dos Santos e a assistente social, Rosa Mônica Ferrari da Silva Souza, ministra as palestras aos alunos e realizam a entrega de cartazes e folders.
 
“As palestras são realizadas por turmas para facilitar o diálogo e a interação dos alunos. O intuito é levar informações e aproximar o Judiciário da sociedade. O Fórum está de portas abertas para atender as crianças e adolescentes que tiverem qualquer dúvida ou que quiserem relatar um abuso”, destacou.
 
#Paratodosverem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: Imagem colorida. As assistentes sociais conversam com alunos na sala de aula. Foto 2: Imagem colorida. Participantes da caminhada e pit stop “Maio Laranja” andam pelas ruas de Colniza.
 
Larissa Klein
Assessoria de imprensa CGJ-TJMT 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MP MT

Liminar do TJMT mantém investigação de estupro de vulnerável

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) obteve decisão liminar favorável no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que suspendeu o arquivamento de um inquérito policial que apura um crime de estupro de vulnerável na Comarca de Tapurah.A medida foi concedida pela desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, relatora do Mandado de Segurança Criminal impetrado pelo MPMT contra decisão da então Vara Única da comarca, que havia determinado de ofício o encerramento da investigação.O mandado de segurança foi ajuizado pela 1ª Promotoria de Justiça de Tapurah, por meio do promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, após o Juízo de primeiro grau indeferir um pedido de prorrogação de prazo para a realização de diligências complementares e, na sequência, determinar o arquivamento do inquérito policial sem manifestação ministerial pelo encerramento do caso.Na impetração, o MPMT argumentou que o arquivamento determinado de ofício representou interferência em atribuição constitucional do Ministério Público, titular exclusivo da ação penal pública. Conforme destacou o promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, a investigação possuía diligência essencial e viável ainda pendente de realização.Ao analisar o pedido liminar, a desembargadora relatora reconheceu, em juízo preliminar, a relevância das alegações apresentadas pelo Ministério Público. Na decisão, destacou que o sistema processual penal brasileiro é regido pelo modelo acusatório, no qual cabe ao Ministério Público formar sua convicção acerca da possibilidade de denúncia, da necessidade de novas diligências ou do arquivamento da investigação.A relatora ressaltou ainda que o requerimento ministerial não consistia em simples pedido genérico de prorrogação, uma vez que foram especificadas diligências concretas e sua finalidade para a conclusão da investigação.Com a concessão da liminar, ficam suspensos os efeitos da decisão que determinou o arquivamento do inquérito policial, preservando-se a possibilidade de realização das diligências consideradas necessárias pelo Ministério Público até o julgamento definitivo do mandado de segurança pela Turma de Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça.O MPMT ressalta que, em razão do segredo de justiça que protege a identidade das vítimas, não serão divulgadas informações adicionais sobre o caso concreto ou quaisquer dados que possam, direta ou indiretamente, identificá-las.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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