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Central RH do Judiciário de Mato Grosso completa seis anos com 190 mil atendimentos

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A Central de Atendimento da Coordenadoria de Recursos Humanos (CRH) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso completa seis anos de funcionamento anotando resultados positivos e ligação constante com todos os setores e departamentos da sede da Justiça estadual, em Cuiabá, e em todas as unidades judiciais instaladas no Estado.
 
Nesses seis anos, a Central registrou 190 mil atendimentos solicitados por servidores, servidoras, magistrados e magistradas, estagiários e público externo. Para a coordenadora da CRH, Karine Moraes Giacomeli de Lima, a Central de Atendimento exerce um papel estratégico e relevante no Judiciário mato-grossense, justamente por fazer a ponte entre o anseio do público consumidor dos serviços e as demandas da Administração do Tribunal de Justiça.
 
Para prestar atendimento com eficiência, e com rapidez, a Central disponibiliza diversos canais eletrônicos, como e-mail, telefone, mensagens via whatsApp, por SDK, que é um kit de desenvolvimento de software, e também de forma presencial. “Na verdade, a missão da central é muito mais do que realizar atendimentos meramente técnicos. É também estender a mão, ouvir o nosso público, acolher e, sobretudo, sempre procurar resolver as situações que aportam diariamente na unidade”, frisou a coordenadora.
 
De acordo com Karine Giacomeli, atualmente, uma média de 100 pessoas são atendidas diariamente pela Central, sendo que a maioria das demandas refere-se a pagamentos, recadastramento de aposentados e pensionistas, marcação de férias, controle de frequência e banco de horas. “Entendemos que o serviço prestado é de extrema importância e deve ser aprimorado cada vez mais, dando a cada usuário a experiência de um atendimento eficiente, rápido e de qualidade”, sublinhou Karine.
 
E com o objetivo de aprimorar o atendimento, aliado ao contexto de mais praticidade e maior acessibilidade, a CRH, através da Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI), vai promover, dia cinco de dezembro (segunda-feira), a migração de todas as informações do banco de dados para o sistema SDM, que faz o gerenciamento de entregas do serviço com mais precisão.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição da imagem: Foto colorida em formato vertical da equipe que atua na Central de Atendimento da CRH.
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Politec conclui que incêndio em prédio da prefeitura não teve origem criminosa

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.

Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.

No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.


Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.

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“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.

Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.

No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.

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Fonte: Governo MT – MT

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