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MATO GROSSO

Campanha Doe Sua Nota aceitará cupom fiscal emitido até 31 de março

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MATO GROSSO


Na segunda campanha do Doe Sua Nota, “Siriri e Cururu”, em vigência atualmente, serão aceitos documentos fiscais emitidos até o dia 31 de março. Os contribuintes interessados em ajudar instituições sociais por meio da funcionalidade do Programa Nota MT terão até o dia 10 de abril para doar as notas pelo site ou em urnas colocadas nos estabelecimentos comerciais.

A campanha “Siriri e Cururu”, batizada com o nome da dança típica mato-grossense, vai distribuir R$ 500 mil e já soma mais de 1,3 milhões de notas doadas para 154 entidades, tendo registrado mais que o dobro de aumento em relação à campanha anterior. Nela são aceitos documentos fiscais emitidos a partir do dia 1º de janeiro de 2022.

O Doe sua Nota é uma forma de doação direcionada a uma entidade social, a escolha do cidadão. Podem ser doadas as notas fiscais de Consumidor Eletrônica (NFC-e) emitidas nas compras feitas em Mato Grosso, sem que seja incluída a identificação do CPF ou CNPJ.

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Para fazer a doação é necessário acessar o site do Nota MT e no ícone “Doe Sua Nota” informar a chave do documento fiscal, selecionar a cidade e escolher a instituição social. Também é possível fazer a doação pessoalmente em pontos de coleta disponibilizados em estabelecimentos comerciais.

O contribuinte pode acompanhar pelo site o placar das doações realizadas para as entidades beneficentes, para isso basta clicar na campanha na qual deseja saber os dados, depois na opção “Placar de Doações”. No ranking é possível visualizar informações como nome da instituição, município, total de notas doadas e porcentagem em relação ao total de doações.

Lançado em 1º de outubro de 2021 com a campanha “Rasqueado”, que encerrou em 10 de janeiro, o Doe Sua Nota recebeu na primeira campanha o total de 659.058 notas. Os documentos foram convertidos em pontos que posteriormente se tornarão doações em valores monetários para 126 instituições, totalizando R$ 500 mil distribuídos.

Fonte: GOV MT

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MP MT

 MP recomenda investigação no DAE após vídeo envolvendo presidente 

Publicados

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande recomendou à Prefeitura de Várzea Grande a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Rogério de França Martins, após a divulgação de um vídeo em que ele aparece recebendo maços de dinheiro. O Ministério Público também orientou a análise da necessidade de afastamento do gestor durante as investigações.
A recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil instaurado para verificar se os valores recebidos por Rogério Martins têm relação com o exercício do cargo, com recursos públicos ou com interesses de terceiros vinculados à autarquia. Segundo o Ministério Público, os fatos apurados podem configurar infrações administrativas, atos de improbidade administrativa e até crimes contra a administração pública, caso sejam confirmadas irregularidades.
De acordo com a investigação, o vídeo divulgado pela imprensa mostra o presidente do DAE sentado diante de uma mesa no momento em que recebe um maço de dinheiro, que posteriormente seria guardado no bolso da calça. Em outro trecho das imagens, uma sacola contendo valores em espécie é entregue ao gestor. O material audiovisual foi analisado pela Promotoria de Justiça responsável pelo caso.
O Ministério Público também considerou a divulgação de um áudio atribuído a Rogério Martins, no qual ele solicita apoio de membros e servidores da Câmara Municipal para justificar o episódio registrado nas imagens. A Promotoria cita ainda a existência de outra investigação relacionada a supostas irregularidades no DAE, envolvendo o pagamento de produtividade a servidores e possível desvio de recursos públicos.
Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, a medida busca assegurar a adequada apuração dos fatos e o cumprimento dos princípios que regem a administração pública.“A Administração Pública tem o dever de investigar toda situação que possa comprometer a legalidade, a moralidade e a confiança da população nas instituições. Nossa recomendação visa justamente garantir que os fatos sejam esclarecidos e que as providências cabíveis sejam adotadas.”, explicou.
Na notificação, o Ministério Público concedeu prazo de dez dias para que o município informe as medidas adotadas e encaminhe documentos que comprovem o atendimento da recomendação. Além disso, as informações apuradas foram compartilhadas com a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), para conhecimento e eventual adoção das providências cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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