MATO GROSSO
Cadetes do Corpo de Bombeiros Militar recebem espadins; Turma é a 1ª formada integralmente em MT
MATO GROSSO
O comandante-geral do CBMMT, coronel Alessandro Borges Ferreira, destacou a importância da realização desse evento para a corporação, sendo a primeira formatura de entrega de espadins aos cadetes 100% formados no Estado. Ele parabenizou os militares pela conquista significativa e expressou confiança de que a bravura demonstrada por eles até o momento continuará a guiá-los em sua jornada como oficiais.
“Hoje estamos testemunhando um marco histórico em nossa corporação, com a formatura de entrega de espadins aos primeiros cadetes que estão sendo formados integralmente no nosso Estado. Parabéns aos cadetes pela conquista desse marco significativo, que a bravura que os trouxe até este ponto, continue a guiá-los em cada passo da jornada. Cada um demonstrou dedicação, disciplina e paixão ao longo desses meses intensos de formação, e com grande convicção que vejo os senhores prontos para assumir as responsabilidades que este Espadim representa. Estamos ansiosos para testemunhar o impacto positivo que cada um terá em nossa nobre instituição”, salientou o comandante.
Dos 19 cadetes em formação, dois já faziam parte do CBMMT no quadro de praças e cinco são do Estado de Rondônia.![]()
O Espadim é um símbolo emblemático que representa o compromisso, a honra e a dedicação dos cadetes com a carreira militar. A entrega marca o início de uma jornada de formação intensa, na qual os cadetes foram preparados para assumir responsabilidades e desafios.
Estiveram presente na cerimônia a senadora Margaret Buzetti; o delegado-geral adjunto da PJC-MT Rodrigo Bastos; o assessor chefe do escritório de projetos estratégicos da Sesp, coronel BM Flávio Gledson Vieira; o diretor de Ensino, Instrução e Pesquisa (DEIP) e representante do comandante-geral da PMMT, coronel PM Januário Antônio Edwiges Batista; o presidente da Associação de Empresas do Distrito Industrial, Domingos Kennedy; e demais autoridades da Segurança Pública de Mato Grosso.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe”, afirmou pescador em Rondonópolis
A rotina de quem vive da pesca começa cedo, exige paciência e, muitas vezes, enfrenta desafios que vão além das águas dos rios. Em Rondonópolis, pescadores profissionais artesanais que participaram do cadastramento presencial do Repesca compartilharam histórias de trabalho, dificuldades e esperança durante a ação promovida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT).
O atendimento ocorreu nos dias 17 e 18 de junho, no Ganha Tempo de Rondonópolis, com o objetivo de auxiliar pescadores na realização de novos cadastros e na atualização de informações para acesso ao programa. A iniciativa já passou pelos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger e seguirá para Cáceres nos dias 22 e 23 de junho.
Foto: Darlene Marques | Setasc-MT
Morador de Rondonópolis, Laércio Dias conhece de perto a realidade de quem depende da pesca para sobreviver. Acostumado a pescar nas águas do Rio Vermelho, ele conta que o atendimento presencial facilitou o processo de cadastramento.
“Ficou muito melhor fazer o cadastro aqui com a ajuda da equipe. Sozinho é difícil, porque a gente nem sempre tem conhecimento para fazer tudo pela internet. Esse auxílio vai ajudar muito. Nós sofremos bastante com as dificuldades da pesca e com as mudanças que aconteceram nos últimos anos. Qualquer ajuda faz diferença dentro de casa”, afirmou.
A pescadora Lucinete Ferreira Batista também carrega uma história construída às margens dos rios da região. Moradora da comunidade Vila Nova, próxima a Juscimeira, ela conta que cresceu convivendo com a pesca e transformou a atividade em complemento essencial para a renda familiar.
Durante muitos anos, Lucinete enfrentou longas jornadas de canoa pelos rios da região. Chegava a permanecer três ou quatro dias pescando para conseguir vender o pescado e garantir recursos para despesas básicas da casa.
Foto: Darlene Marques | Setasc-MT
“Eu subia o rio de canoa e ficava dias pescando para conseguir um dinheirinho. Era assim que eu ajudava a comprar alimento, pagar energia e manter a casa. Minha renda era muito baixa e a pesca sempre ajudou a complementar”, relembrou.
Atualmente morando sozinha e vivendo com recursos limitados, ela acredita que o Repesca poderá trazer mais tranquilidade para o orçamento.
“Vai ajudar bastante. Hoje eu moro sozinha e tenho pouca renda. Tudo que vier para ajudar faz diferença. A pesca sempre foi minha vida e continua sendo minha forma de sobreviver”, disse.
A relação com os rios também faz parte da trajetória de Vanusa de Oliveira. Há mais de 15 anos na atividade, ela e o marido sustentaram a família por meio da pesca artesanal e criaram os filhos às margens dos rios da região.
Segundo Vanusa, a atividade se tornou mais difícil nos últimos anos, exigindo ainda mais esforço dos pescadores para garantir o sustento da família.
Foto: Layse Ávila | Setasc-MT
“No começo era mais fácil. A gente conseguia pescar mais e tirar o sustento da família. Hoje está mais difícil, mas continuamos lutando porque é da pesca que vivemos. Eu e meu marido dependemos disso para sobreviver”, relatou.
Mãe de cinco filhos, ela conta que toda a família foi criada com os recursos obtidos na atividade pesqueira. Atualmente, faz trabalhos temporários quando surgem oportunidades, mas ainda depende da pesca como principal fonte de renda.
“Minhas contas estão atrasadas e os bicos nem sempre aparecem. Muitas vezes passo o dia inteiro no rio para conseguir um peixe e garantir comida dentro de casa. Esse auxílio chega em uma hora importante e vai ajudar muito a nossa família”, afirmou.
O Repesca é destinado aos pescadores profissionais artesanais que exercem a atividade de forma autônoma, individualmente ou em regime de economia familiar, sem vínculo empregatício, e que tenham a pesca como principal meio de subsistência. A iniciativa do Governo de Mato Grosso busca garantir proteção social e apoio financeiro aos trabalhadores impactados pelas mudanças na atividade pesqueira.
Foto: Darlene Marques | Setasc-MT
Para os pescadores atendidos em Rondonópolis, o programa representa mais do que um auxílio financeiro. É o reconhecimento de uma atividade que há gerações garante o sustento de milhares de famílias mato-grossenses e mantém viva uma tradição construída às margens dos rios do Estado.
Fonte: Governo MT – MT
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