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Batalhão Ambiental da PM fecha garimpo ilegal; suspeitos são multados em R$ 680 mil

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Policiais militares do Batalhão de Proteção Ambiental (BPMPA) desarticularam um ponto de extração ilegal de minério, na tarde desta quinta-feira (20.07), na reserva de proteção permanente da região de Cristalino, em Alta Floresta. Na ação, três homens foram presos em flagrante, sete balsas foram apreendidas e multas de R$ 680 mil foram aplicadas.

O BPMPA recebeu informações da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) sobre grande quantidade de balsas que estavam realizando extração de minério na região de Cristalino, uma unidade de conservação permanente. Em varreduras pela região, foi identificado o total de sete balsas, com grande quantidade de pessoas.

Os policiais se deslocaram para a área e flagraram as balsas em funcionamento e alguns suspeitos em fuga, sendo que três deles foram detidos pela equipe.

Ao serem questionados, os homens não apresentaram documentações de autorizações para exploração da área, bem como se negaram a prestarem esclarecimentos sobre os responsáveis pelo empreendimento ilegal.

Em seguida, todos foram conduzidos para a Delegacia de Alta Floresta para demais esclarecimentos e foram multados em um valor total de R$ 680 mil, pelos crimes de extração e funcionamento de empreendimentos poluidores em áreas de preservação ambiental.

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As balsas apreendidas foram desmanteladas pelas equipes policiais, em virtude de não poderem serem retiradas do local.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

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A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

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A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Governo MT – MT

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