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MATO GROSSO

Autor de estupro de vulnerável e tentativa de homicídio em Vila Rica é preso no Tocantins

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MATO GROSSO

Um homem procurado pelos crimes de estupro de vulnerável e tentativa de homicídio qualificado contra uma menor de 14 anos, em Vila Rica (1.260 km de Cuiabá), foi preso nessa quinta-feira (03.10), em Estado do Tocantins.

O suspeito teve o mandado de prisão expedido após investigação da Delegacia de Vila Rica para apurar os crimes que aconteceram no domingo (29.09).

A ordem judicial foi representada na segunda-feira (30) pelo delegado de Luiz Humberto Mendes Leite, sendo prontamente deferida pelo Poder Judiciário, com manifestação favorável do Ministério Público.

Segundo apurado, o investigado possuía dois mandados de prisão em abertos, por roubo e homicídio nos Estados do Piauí e Maranhão.

Imediatamente, os policiais civis passaram a diligenciar para localizar o criminoso e, através de troca de informações entre as Policiais Civil e Militar dos Estados do Pará e Tocantins, o foragido acabou sendo preso na cidade de Colinas (TO).

O delegado de Vila Rica, Luiz Humberto Mendes Leite, destacou a importância da integração entre as forças de segurança pública visando o combate a criminalidade, e agradeceu o apoio das equipes do Pará e Tocantins, que não mediram esforços para prender o autor desse crime repugnante.

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“Logo após a prisão do foragido, foi ajuizado o inquérito policial, e agora o autor ficará preso à disposição do Poder Judiciário”, destacou.

O crime

Na manhã de domingo (29), a adolescente de 14 anos foi encontrada no bairro Vila Nova, em Vila Rica, caída no chão, na beira de um terreno baldio.

A vítima apresentava lesões no rosto, corpo e, bastante debilitada, relatou que havia sido estuprada, depois de sair de uma festa acompanhada do suspeito.

A menor relatou que conhecia o criminoso há algum tempo e, quando ele tentou manter relação sexual com ela, e diante da negação, o homem desferiu socos no rosto da menina e em seguida a estuprou.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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