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Atleta do Projeto Olimpus MT é convocado para a Seleção de base de goalball

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MATO GROSSO

O mato-grossense André Luiz, de 17 anos, foi convocado para compor a Seleção Brasileira de base de goalball. O atleta, que é contemplado na categoria nacional do Programa Olimpus MT, coordenado pela Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), recebe com orgulho o chamado para voltar aos campos de treinamento em 2024.

“É muito gratificante estar integrando a Seleção de base mais uma vez. Ano passado já foi muito positivo, porque tive o acesso a Seleção através da edição nacional das Paralimpíadas Escolares e, é com muito orgulho, que represento o meu Estado novamente, levando o goalball de Mato Grosso para outro patamar”, afirma o atleta.

O primeiro encontro dos esportistas convocados pela Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV) será realizado entre os dias 21 e 27 de fevereiro, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo.

Alex Lili, representante do Segmento das Pessoas com Deficiência do Conselho do Desporto de Mato Grosso (Consed), destaca a importância de pensar políticas públicas para o paradesporto. “Eu penso que o legado do trabalho que o Governo vem fazendo é o respeito com a pessoa com deficiência nesse trato de pensar políticas públicas, quando o assunto é esporte e lazer. Não há exclusão e a gente recebe a visibilidade desse feito através do protagonismo dos nossos atletas nos cenários olímpicos e paralímpicos”, destaca Lili.

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O secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, Jefferson Neves, fala o quanto é gratificante ver os atletas de Mato Grosso evoluindo de forma significativa a cada ano. “Fico muito feliz de ter mais um atleta do Olimpus MT nos representando mundo afora. O André é muito focado e determinado e, tem todo meu respeito e admiração, assim como os nossos outros atletas e técnicos que vem colhendo resultados incríveis em grandes convocação e competições”, destaca o secretário.

Temporada 2024

Os Campos de Treinamento das Seleções de base do Brasil abrirão em fevereiro sua terceira temporada desde que a CBDV (Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais) implementou o projeto voltado à lapidação de jovens talentos do futebol de cegos, goalball e judô paralímpico, em 2022. Ao todo, 51 atletas entre 10 e 23 anos de idade foram chamados.

Ampliação do Olimpus MT

O Governo de Mato Grosso quadruplicou investimentos em bolsas concedidas a atletas e técnicos nos últimos dois anos. Atualmente, o Programa Olimpus beneficia 409 atletas e 65 treinadores mato-grossenses, atendendo praticantes de variadas modalidades esportivas em todo o Estado.

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No Bolsa Atleta, foram efetivados três editais nesse período e os investimentos saltaram de R$ 1,43 milhão para mais de R$ 5 milhões no mais recente deles. Com bolsas mensais que amparam desde potenciais talentos com idades entre 9 e 12 anos de idade a atletas de alto rendimento, o programa oportuniza um cenário de resultados cada vez mais positivos ao esporte mato-grossense.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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