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Assistência Farmacêutica da SES distribui insulina para cerca de sete mil pacientes no Estado

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MATO GROSSO

A Secretaria de Estado de Saúde (SES), por meio da Superintendência de Assistência Farmacêutica, reforça o compromisso com a assistência aos pacientes diabéticos, especialmente por meio do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF).

O CEAF distribui, de forma gratuita, insulinas de ação lenta e ultrarrápida para o tratamento da diabetes mellitus tipos 1 e 2, que atendem a cerca de sete mil pacientes em todo o Estado.

Atualmente, a insulina de ação lenta, essencial para o controle contínuo da glicemia, beneficia 4.079 pacientes ativos em Mato Grosso. Destes, uma parcela significativa é diagnosticada com diabetes tipos 1 e 2. A prescrição da insulina de ação lenta é feita de acordo com os critérios clínicos estabelecidos nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde.

Para o controle das hiperglicemias pós-prandiais, a insulina ultrarrápida é indicada tanto para o diabetes tipo 1 quanto para o tipo 2. Neste caso, são 2.836 pacientes beneficiados no Estado. O tratamento possibilita um controle mais rápido da glicemia depois das refeições e oferece um manejo mais eficaz para evitar complicações agudas ou crônicas da doença.

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“Essa estrutura de assistência e o empenho das equipes da SES em Mato Grosso avançam na atenção integral aos pacientes diabéticos, oferecendo acesso a medicamentos essenciais e promovendo a qualidade de vida desses usuários”, declarou a secretária Adjunta de Unidades Especializadas, Caroline Dobes.

O diabetes é uma doença causada pela falta de produção ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose (açúcar) no sangue e garante energia para o organismo.

Produzida pelo pâncreas, a insulina tem a função de quebrar as moléculas de açúcar e transformá-las em energia para a manutenção das células do organismo. A doença pode levar a complicações graves no coração, artérias, olhos, rins e nervos se não for tratada adequadamente.

Tipos de Diabetes

Existem quatro tipos de diabetes:
– Diabetes Tipo 1: geralmente hereditária, caracterizada pela não produção ou produção baixíssima de insulina pelo pâncreas.
– Diabetes Tipo 2: mais comum, ocorre quando o corpo se torna resistente à insulina ou não a produz em quantidade suficiente.
– Diabetes Insípido: um tipo raro que não está relacionado à insulina, mas sim ao equilíbrio de água no organismo.
– Diabetes Gestacional: ocorre durante a gravidez, geralmente devido ao ganho rápido de peso.

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Alguns sintomas comuns do diabetes incluem fome frequente, sede constante, vontade de urinar com frequência, perda de peso, fraqueza, fadiga e mudanças de humor. Ao apresentar alguns desses sintomas, é importante procurar auxílio médico para um diagnóstico preciso e tratamento adequado.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso amplia acesso a procedimentos cardiovasculares pelo SUS no Hospital Central

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Com o início do serviço de hemodinâmica, o Hospital Central de Alta Complexidade amplia a oferta de procedimentos cardiovasculares pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso, incluindo o atendimento a crianças com doenças cardíacas congênitas. Com essa tecnologia, são realizadas intervenções minimamente invasivas, ou seja, sem a necessidade de cortes cirúrgicos, com maior precisão e trazendo uma recuperação mais ágil aos pacientes.

A hemodinâmica é uma técnica médica que consiste na introdução de catéteres nos vasos sanguíneos para a realização de exames diagnósticos e intervenções terapêuticas com visualização em tempo real. Ela também será adotada em outras especialidades no Hospital Central, como neurologia e cirurgia vascular. A previsão é oferecer, a partir de julho, 240 procedimentos somente na área cardíaca para adultos e crianças.

Na cardiologia, a tecnologia reforça o processo de implantação progressiva da área médica no Hospital Central. No atendimento pediátrico, o diferencial é permitir tratar doenças do coração em crianças, usando uma técnica de menor risco que a cirurgia convencional em boa parte dos casos.

“Estamos contentes pois, até o final de julho deste ano, teremos o Hospital Central atuando em operação plena. Isso quer dizer que a unidade estará ofertando todas as especialidades e procedimentos para a qual foi vocacionada e isso, sem dúvidas, irá beneficiar grandemente toda a rede de saúde de Mato Grosso”, avaliou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

A diretora do Hospital Central, Alessandra Bokor, reforça que a oferta da hemodinâmica está alinhada ao perfil assistencial da unidade. “Estamos estruturando essa linha de cuidado de forma progressiva, com a incorporação de tecnologias que ampliam o acesso a procedimentos de alta complexidade e permitem tratamentos mais seguros e resolutivos para a população”.

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O coordenador de Medicina Diagnóstica do Hospital Central, Matheus Horie, esclarece como é empregada a hemodinâmica. “É aplicada em exames chamados de arteriografias e angiografias. Permite a realização de cateterismo em diferentes vasos do corpo, com uso de contraste e análise das imagens em tempo real para diagnóstico. A partir dessa mesma via, também é possível realizar tratamentos endovasculares, muitas vezes de forma minimamente invasiva”.


Na unidade, a hemodinâmica é realizada por uma equipe de 18 profissionais especialistas habilitados na operação dos equipamentos. O time é composto por hemodinamicista (cardiologista especializado) adulto e pediátrico, radiologista intervencionista, neurorradiologista intervencionista, cirurgião endovascular e eletrofisiologista.

As duas máquinas de hemodinâmica do Hospital Central serão usadas em áreas distintas. A que entrou em operação no final de abril foi, inclusive, utilizada para tratar três crianças com doenças cardíacas congênitas.

“Elas foram submetidas à hemodinâmica para corrigir uma malformação congênita chamada persistência do canal arterial. Sem o procedimento, elas poderiam se tornar cardiopatas, mas, tratando agora, minimizamos esse risco”, relata Matheus Horie. Os procedimentos ocorreram nos dias 23 e 24 de maio.

Entre pacientes adultos e crianças, cerca de 60 procedimentos de hemodinâmica já foram feitos no hospital, tanto terapêuticos quanto para diagnósticos. Um paciente de 59 anos de idade, morador de Vila Rica (1.160 km distante de Cuiabá), foi um dos beneficiados. Ele deu entrada no Hospital Central, no final de maio, com suspeita de infarto, trazido a Cuiabá por transporte aéreo. O diagnóstico foi confirmado e, na sequência, foi submetido ao cateterismo para desobstrução da artéria coronária. Poucos dias depois, apresentou boa recuperação durante sua permanência da Unidade de Terapia Intensiva e recebeu alta hospitalar.

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O Hospital Central de Alta Complexidade é uma unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita. Todo seu atendimento é gratuito e feito 100% pelo SUS.

Sobre o Einstein

O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista Inc.

Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social.

Há 25 anos, atua no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da gestão de unidades públicas – que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Residência Terapêutica, de atenção ambulatorial especializada e de urgência e emergência – e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.

Fonte: Governo MT – MT

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