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Ação integrada apreende 500 quilos de cocaína e gera prejuízo de R$ 12,5 milhões às facções criminosas

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Uma ação integrada das forças de segurança apreendeu, nesta sexta-feira (16.1), cerca de 500 quilos de cloridrato de cocaína em uma área de mata na zona rural do município de Itaituba, no Pará. A droga estava escondida à margem de uma pista clandestina de pouso.

Horas depois, durante buscas policiais ininterruptas, o homem, de 48 anos, que seria o piloto responsável pelo transporte da droga até o local, acabou preso. A prisão dele ocorreu no município de Sinop, em Mato Grosso (500 km de Cuiabá), onde também foi apreendida a aeronave usada para o tráfico de drogas.

Essa operação, que se estendeu por mais de 12 horas e mobilizou equipes da Polícia Federal, Gefron, Ciopaer e unidades da Polícia Militar de Mato Grosso, gerou um prejuízo estimado em R$ 12,5 milhões às facções criminosas.

A atuação das forças policiais mato-grossenses no Pará, com anuência das autoridades policiais paraenses, teve início a partir da descoberta da droga naquele Estado, transportada por um piloto e aeronave de Mato Grosso.

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As investigações prosseguem na Polícia Federal de Mato Grosso para identificar a origem da droga, outros possíveis envolvidos, entre outras questões.

Fonte: Governo MT – MT

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MP aponta riscos e pede interdição da Rodoviária do Coxipó

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) ingressou com ação civil pública para suspender as atividades da Rodoviária do Coxipó, em Cuiabá. Segundo a ação, o local apresenta problemas estruturais que comprometem a segurança e acessibilidade dos usuários.A ação foi proposta pela 6ª Promotoria de Justiça Cível da Capital que realizou reuniões com órgãos públicos, requisitou informações, promoveu inspeções técnicas e expediu recomendações para a correção das irregularidades identificadas, mas até o momento não foi realizada. Relatórios técnicos elaborados pela equipe do Ministério Público apontaram uma série de problemas na estrutura. Entre eles estão infiltrações, falhas nas instalações elétricas e hidráulicas, deficiência nos sistemas de prevenção e combate a incêndios, falta de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e desgaste em pisos e calçadas.Embora algumas melhorias tenham sido realizadas ao longo da investigação, como a instalação de novos assentos, bebedouro e equipamentos de combate a incêndio, os técnicos concluíram que as medidas adotadas foram insuficientes.Para a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a situação exige uma solução definitiva por parte dos órgãos responsáveis. “O que se busca com a ação é assegurar que os usuários do transporte intermunicipal tenham acesso a um serviço prestado dentro da legalidade e em condições adequadas de segurança, acessibilidade e conforto. Após anos de tratativas e tentativas de solução administrativa, persistem irregularidades que não podem ser ignoradas”, destacou.Na ação, o Ministério Público também aponta a falta de uma definição administrativa sobre a situação do local, apesar das discussões realizadas entre a Ager-MT, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) e a concessionária responsável pela Rodoviária de Cuiabá. O pedido apresentado à Justiça inclui a suspensão imediata das atividades de embarque, desembarque e venda de passagens na Rodoviária do Coxipó até que a situação seja regularizada. O Ministério Público também requer que os órgãos responsáveis adotem medidas para garantir o cumprimento das normas que regem o transporte rodoviário intermunicipal em Mato Grosso. Para o Ministério Público, a eventual suspensão das atividades não deixará a população sem atendimento. Conforme informações da Sinfra-MT, Cuiabá conta com o Terminal Rodoviário Engenheiro Cássio Veiga de Sá, estrutura oficial do sistema de transporte intermunicipal, apta a absorver a demanda de passageiros.Foto: Reprodução

Fonte: Ministério Público MT – MT

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