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Acadêmicos de Direito de Cuiabá são recebidos no Tribunal de Justiça pelo Nosso Judiciário

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MATO GROSSO

Estudantes do 6° e 9° semestres de Direito da Faculdade Invest de Ciências e Tecnologia de Cuiabá tiveram a oportunidade de conhecer o Tribunal de Justiça de Mato Grosso. A visita técnica, desenvolvida pelo Nosso Judiciário, projeto que recebe estudantes de instituições de ensino superior da Capital e cidades do interior, passou por vários ambientes do Palácio da Justiça.
 
Os acadêmicos, acompanhados do professor Thomas Ubirajara Caldas Arruda, da disciplina de Direito Processual Civil, acompanharam parte da sessão de julgamento da Primeira Câmara de Direito Público e Coletivo, conheceram plenários, departamentos e o Espaço Memória onde foram recebidos pelo juiz titular da 2ª Vara da Fazenda Pública, da Comarca de Cuiabá, Márcio Aparecido Guedes.
 
O magistrado falou sobre a trajetória dele na carreira que agora, em 2022, completou 30 anos. Ele iniciou na Comarca de são José do Rio Claro, depois foi removido pela Sinop e na sequência, antes da transferência para Cuiabá, atuou em Rondonópolis. Ele chegou à Capital em 2003 e, desde então, responde pela Vara da Fazenda Pública.
 
O juiz disse que é um apaixonado pela magistratura e ama o que faz. Recomendou aos futuros juristas que estudem com foco e determinação, especialmente porque, a exemplo de outras profissões, a advocacia é encantadora. Além de tirar fotografias com a turma, o magistrado entregou um exemplar do Glossário Jurídico para cada um dos acadêmicos.
 
Depois do Espaço Memória, e como parte do encerramento da visita, a turma conheceu o corredor dos gabinetes onde teve a satisfação de encontrar casualmente com as desembargadoras Helena Maria Bezerra Ramos e Maria Erotides Kneip.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagens: Foto 1: Horizontal colorida. Estudantes no Espaço Memória ouvem o juiz falar da sua experiência. Foto 2: O magistrado posa com alguns dos alunos, quem formam um semicírculo. Ele está ao centro, com terno azul.
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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TJ MT

25 de Julho: Judiciário de MT destaca o mês das Pretas e valoriza o protagonismo das mulheres negras

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O mês de julho é dedicado ao protagonismo das mulheres negras e ao fortalecimento da luta pela equidade racial. Em Mato Grosso, a Lei 11.577/2021 reconheceu o dia 25 de julho como o Dia Estadual de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Em âmbito nacional esse reconhecimento veio por meio da Lei Federal nº 12.987/2014.Para a presidente do Comitê de Equidade Racial do Poder Judiciário de Mato Grosso, desembargadora Juanita Cruz da Silva Clait Duarte, o julho das pretas é um importante marco de reflexão, reconhecimento e valorização da trajetória das mulheres negras que desempenharam papel fundamental na construção da sociedade brasileira.

“Como mulher negra, tenho a convicção de que ocupar hoje a Presidência do Comitê de Promoção da Equidade Racial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso representa muito mais do que uma conquista individual. Minha trajetória teve início no trabalho de cuidado, realidade que ainda marca a vida de tantas mulheres negras brasileiras. Por isso, chegar a este espaço de decisão reafirma que a transformação é possível quando há oportunidades, compromisso institucional e reconhecimento da dignidade de todas as pessoas”, sublinhou.

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Atuação do Comitê de Equidade Racial

A magistrada ressalta que ainda há muitos desafios decorrentes das desigualdades raciais e de gênero. Por isso, o Judiciário mato-grossense atua no combate ao racismo e estimula práticas antirracistas não apenas no âmbito interno, mas também para toda a sociedade.
“É essa perspectiva que orienta a atuação do Comitê: contribuir para que o Poder Judiciário seja agente de promoção da equidade racial, fortalecendo ações de letramento racial, conscientização e valorização da diversidade. O Julho das Pretas nos lembra que promover igualdade de oportunidades não significa apenas reconhecer a história e as contribuições das mulheres negras, mas também assumir a responsabilidade coletiva de construir instituições cada vez mais inclusivas, representativas e comprometidas com a justiça social”, pontuou.

Conheça no link abaixo as ações do Comitê de Promoção da Equidade Racial

https://www.tjmt.jus.br/pagina/comite-promocao-equidade-racial-poder-judiciario-mato-grosso

Autor: Lídice Lannes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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