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40 militares fazem rescaldo de incêndio em parque estadual no Pantanal

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MATO GROSSO

Equipes do Corpo de Bombeiros fazem o rescaldo em pontos do incêndio no Parque Estadual Encontro das Águas, localizado entre Poconé e Barão de Melgaço, nesta quarta-feira (25.10).

Imagens de satélites da Sala de Situação Central mostram a redução significativa dos focos de calor na região, após a chuva na tarde desta terça-feira (24.10).

Pontos em laranja são focos de calor – Imagem: Corpo de Bombeiros

“A chuva foi fundamental para que nossas equipes pudessem avançar no combate ao fogo. A intensidade das chamas diminuiu, mas os bombeiros permanecem no local para fazer o rescaldo de alguns pontos detectados pelos nossos satélites. Os bombeiros também vão fazer reconhecimento de outras áreas, como a região do Corixó Negro, para garantir que o fogo seja extinto em todo o parque”, explica o comandante do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), tenente-coronel Marco Aires.

Nesta quarta-feira, as ações contam com 40 militares, além de três aeronaves do Corpo de Bombeiros e Defesa Civil Estadual. Para o tenente-coronel, a integração entre os órgãos é essencial para uma ação assertiva, por fortalecer o combate ao fogo.

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“Essa integração entre os órgãos é essencial para uma ação efetiva do Governo de Mato Grosso que somente neste ano investe R$ 77 milhões para o combate de crimes ambientais”, explica o comandante.

O trabalho de combate ao fogo teve início na primeira semana de outubro, com monitoramento via satélite pela Sala de Situação Central. O incêndio começou em uma fazenda próxima ao Parque Estadual Encontro das Águas e indícios apontam que teria começado após a queda de um raio.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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