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Vasco encaminha contratação de Renato Portaluppi

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Após uma intensa e prolongada negociação, o experiente treinador Renato Portaluppi, ícone do futebol brasileiro como jogador e técnico, está caminhando para ser confirmado como novo treinador do Vasco da Gama até o fim de 2026. A contratação marca um dos movimentos mais comentados do mercado da bola neste início de temporada, em um contexto de urgência do clube por estabilidade à frente da equipe principal.

A direção vascaína vinha buscando há dias um nome de peso para substituir Fernando Diniz, demitido recentemente após resultados irregulares, e identificar um comandante capaz de resgatar confiança do elenco e de uma torcida ansiosa. Entre os nomes avaliados — incluindo sondagens por técnicos como Artur Jorge e Marcelo Gallardo — Renato Portaluppi acabou se firmando como principal opção por sua experiência e reputação no Brasil.

As conversas, no entanto, tiveram momentos de impasse. Em duas oportunidades, o treinador recusou propostas iniciais do clube, principalmente por divergências relacionadas à remuneração, que estiveram até 10% a 20% abaixo da pedida de Portaluppi, que buscava um pacote semelhante ao que recebia no comando do Fluminense.

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Segundo apurou a ESPN, depois de uma terceira oferta revisada nos números, o treinador deu seu aval para o acerto com o Vasco, sinalizando positivamente ao presidente do clube e ficando apenas detalhes burocráticos a serem finalizados antes do anúncio oficial.

O perfil de Renato Portaluppi

Renato Portaluppi, hoje com 63 anos, é uma figura emblemática no futebol brasileiro. Como técnico, acumulou passagens por grandes clubes, sendo mais notável a bem-sucedida trajetória no Grêmio, com conquistas como a Copa Libertadores da América em 2017 e diversos títulos estaduais. Antes disso, teve uma carreira de destaque como jogador.

No Vasco, Portaluppi já teve duas experiências no banco de reservas: entre 2005 e 2007, quando levou o time a uma final de Copa do Brasil, e em 2008, numa passagem breve e difícil que culminou com o rebaixamento do clube — um episódio lembrado com cautela pela torcida e pela imprensa.

O Vasco entra agora na reta final antes da estreia no Campeonato Brasileiro, com expectativa de Renato comandar sua equipe já na primeira partida do torneio, marcada para 12 de março contra o Palmeiras no Allianz Parque. O novo treinador terá a missão de equilibrar um elenco em reconstrução, implementar sua filosofia e encaminhar estratégias que superem os problemas de consistência que marcaram o último período.

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Internamente, a diretoria vascaína acredita que a contratação de um nome de peso como Portaluppi — mesmo com custos maiores que o inicialmente previsto — pode trazer retorno não apenas em termos técnicos, mas também de engajamento da torcida e reforço de credibilidade ao projeto esportivo.

A negociação, que parecia à beira de ruir por conta das expectativas salariais, acabou sendo resolvida pela direção após conferir prioridade à experiência e liderança que Portaluppi oferece, sobretudo diante da urgência por um comandante experiente e reconhecido no cenário nacional. O anúncio oficial, segundo fontes ligadas ao clube, deve acontecer nas próximas horas.

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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