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Vasco empata sem gols com o Bangu e segue sem vencer no Carioca
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O Vasco da Gama empatou em 0 a 0 com o Bangu na noite desta quinta-feira, em São Januário, pela segunda rodada do Campeonato Carioca. O Gigante da Colina, que já havia empatado na estreia, segue sem vencer no Estadual. O goleiro Victor Brasil, do Bangu, foi o grande destaque da partida, defendendo um pênalti cobrado por Jair na reta final e realizando outras importantes defesas. Parte da torcida vascaína vaiou o time após o apito final.
Estreia de Fuzato e time alternativo
A partida marcou a estreia do goleiro Daniel Fuzato, um dos reforços do Vasco para a temporada. O técnico Ramon Lima também optou por improvisar Souza na zaga e escalou JP entre os titulares. A equipe vascaína teve desfalques importantes, com Lyanco e Alegria reforçando o time sub-20 nas oitavas de final da Copinha, contra o Flamengo-SP. No segundo tempo, Jair, Paulinho, Maxime Dominguez e Jean David, do elenco principal, entraram em campo.
Jogo truncado e poucas chances claras
O jogo foi marcado por muita disputa no meio-campo e poucas chances claras de gol para ambas as equipes. O Vasco teve maior posse de bola, mas encontrou dificuldades para penetrar na defesa do Bangu. O goleiro Victor Brasil, do Bangu, foi o grande nome da partida, com defesas importantes que garantiram o empate para sua equipe.
Pênalti perdido e vaias da torcida
Aos 40 minutos do segundo tempo, o Vasco teve a melhor oportunidade da partida. Após cobrança de escanteio, GB cabeceou e a bola bateu na mão de João Felipe, do Bangu, resultando em pênalti para o Vasco. Jair foi para a cobrança, mas parou em grande defesa de Victor Brasil. Nos acréscimos, o goleiro do Bangu voltou a brilhar, defendendo uma finalização de Jean David e garantindo o 0 a 0 no placar.
A atuação do time e o resultado frustraram parte da torcida vascaína, que vaiou a equipe após o apito final.
Próximos jogos
Com o empate, o Vasco soma dois pontos e ocupa a oitava colocação na tabela do Carioca. O Bangu, por sua vez, conquistou seu primeiro ponto no campeonato e segue na lanterna.
Na próxima rodada, o Vasco enfrenta o Boavista, neste domingo, às 19h (de Brasília), em Bacaxá. Já o Bangu recebe o Volta Redonda às 20h do mesmo dia, no Estádio Moça Bonita.
O Vasco teve maior posse de bola, mas não conseguiu transformar o domínio em chances claras de gol. A equipe sentiu a falta de seus principais jogadores e pecou na criatividade no setor ofensivo. O Bangu, por sua vez, se defendeu bem e contou com a grande atuação de seu goleiro para garantir o empate.
Fonte: Esportes
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Alisson iguala marca histórica de Gylmar e Taffarel ao iniciar sua terceira Copa como titular
Ser titular da Seleção Brasileira em três Copas do Mundo da FIFA é para poucos. Entre os goleiros, apenas dois conseguiram a façanha: Gylmar, em 1958, 1962 e 1966, e Taffarel, nas edições de 1990, 1994 e 1998.
A partir do sábado (13), contra Marrocos, as duas lendas terão a companhia de um novo integrante no clube: Alisson Becker.
Titular absoluto da Seleção na última década, o goleiro do Liverpool chega a seu terceiro mundial, após participações em 2018 e 2022. Nas duas Copas do Mundo da FIFA anteriores, ele disputou nove jogos — ficou no banco apenas uma vez, contra Camarões, no Catar, quando Tite fez um rodízio em sua escalação.
O feito de Alisson é histórico e vem acompanhado de dois desafios: o primeiro é superar uma temporada em que sofreu quatro lesões. O segundo é igualar outro feito de Gylmar e Taffarel: os dois conquistaram o título da Copa do Mundo da FIFA.
Gylmar dos Santos Neves, ídolo do Santos e do Corinthians, foi campeão mundial em 1958 e 1962, jogando todos os jogos das duas campanhas. Em 1966, ele esteve nas duas primeiras partidas, mas foi substituído por Manga na derrota para Portugal, que eliminou a seleção ainda na fase de grupos.
Taffarel, por sua vez, consagrou-se com o tetracampeonato em 1994, disputando todos os minutos das sete partidas. Ele virou herói nacional na final contra a Itália, ao defender a cobrança de Daniele Massaro na disputa por pênaltis, vencida por 3 a 2.
O ídolo como treinador
Alisson chega ao momento especial na carreira caminhando lado a lado de Taffarel, uma das lendas que ele iguala em sua terceira Copa do Mundo da FIFA. O ídolo do tetra hoje é o treinador de goleiros da seleção e trabalha diariamente com o camisa 1.
Taffarel é, também, a maior referência de Alisson. No projeto “Cartas que Unem”, da FIFA, o atual goleiro da Seleçãorecebeu uma mensagem de seu irmão, Muriel Becker, que lembra as aventuras dos irmãos na infância.
Na carta, Muriel cita o ídolo em memórias sobre as Copas de 1994 e 1998 e presenteia Alisson com uma camisa de goleiro, como a que Taffarel usou nos Estados Unidos.
Temporada difícil
A presença de Taffarel é importante para Alisson no dia a dia, pela confiança que há entre ambos. Eles já trabalharam juntos no Liverpool, entre 2021 e 2025, além de quase uma década de parceria na seleção.
Além de questões técnicas nos treinamentos, Taffarel deu a Alisson a segurança de que ele teria seu espaço na seleção quando estivesse fisicamente bem. Esse apoio foi importante sobretudo na temporada 2025-26, quando o goleiro teve três lesões, a mais grave delas na coxa direita.
O problema físico tirou Alisson dos gramados por dois meses, entre março e maio deste ano. Ele só voltou a campo pelo Liverpool na última rodada da Premier League. Mas, na seleção, o clima nunca foi de corrida contra o tempo: a comissão técnica sempre esperou pelo seu titular.
“Temos uma boa relação. Antes de ser o treinador de goleiro dele no Liverpool há alguns anos, temos uma amizade muito boa. Sabemos da qualidade e do potencial dele, tanto dentro como fora de campo. É um líder com otimismo e vontade de vencer muito grande”, disse Taffarel à FIFA.
Subindo no ranking
Em sua terceira Copa do Mundo como titular da seleção brasileira, Alisson também deve ganhar posições na lista de goleiros brasileiros com mais jogos disputados no torneio.
Ele chega ao evento com 9 jogos disputados (são cinco em 2018, e quatro em 2022) e ocupa a quinta posição no ranking histórico. À sua frente, o gaúcho tem Taffarel (18 jogos), Gylmar (14) e Leão (14) e Júlio César (12).
Caso dispute as três partidas na fase de grupos, Alisson empatará com o ex-goleiro do Flamengo e da Internazionale. Caso a Seleção fique entre as quatro primeiras colocadas, serão oito jogos disputados — assim, o camisa 1 poderia chegar a 17 partidas, transformando-se no vice-líder da estatística.
Fonte: Esportes
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