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Operação Penalidade Máxima: Santos afasta zagueiro Bauermann

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Foto: Flavio Hopp / Flavio Hopp / Gazeta Press

Após novas provas contra o zagueiro Eduardo Bauermann, o Santos decidiu por afastar o zagueiro enquanto durarem as investigações. Ele terá seu contrato suspenso, mas continuará suas atividades no CT Rei Pelé.

Segundo as investigações do Ministério Público de Goiás, o zagueiro santista teria recebido 50 mil reais para receber um cartão amarelo e caso concretizasse o ato, receberia mais 50 mil reais. Por não ter conseguido concretizar a ação, ele foi obrigado a ser expulso na partida seguinte, ele conseguiu mas após o término da partida, o que não conta para as casas de apostas.

Conversas em aplicativo foram divulgadas e piorou a situação do zagueiro, o que fez a diretoria do Peixe decidir por suspender seu contrato, confira a nota emitida pelo Peixe:

O Santos Futebol Clube informa que o atleta Eduardo Bauermann foi comunicado que está afastado preventivamente dos treinos com o elenco profissional, a partir desta terça-feira (9), diante dos novos desdobramentos divulgados na Operação Penalidade Máxima 2, do Ministério Público de Goiás.

O jogador permanecerá fazendo atividades físicas no CT Rei Pelé. O Clube aguardará se a Justiça aceitará a denúncia para definir novas ações, sempre com o pensamento voltado a preservar a instituição.

O Santos FC não tolera desvios de conduta e de ética.

A revista Veja teve acesso às conversas entre Eduardo Bauermann e um membro da máfia de apostas, confira:

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CÂMARA APROVA PLP 21/2026 E SALVA ESPORTE OLÍMPICO DE SAFARI TRIBUTÁRIO; FLAMENGO E PINHEIROS LIDERARAM ARTICULAÇÃO

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Em uma vitória histórica para o desporto nacional, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (13 de maio de 2026) o PLP 21/2026. O projeto institui o Regime Especial de Tributação para Associações Desportivas (RETAD) e unifica os impostos dos clubes associativos em 5% sobre a receita bruta.

O resultado de 421 votos a favor e apenas 3 contra coroa o sucesso da massiva campanha institucional “Amigos do Esporte”. Lançada no início do ano, a mobilização foi capitaneada pelo Clube de Regatas do Flamengo e pelo Esporte Clube Pinheiros, unindo mais de 19 agremiações de peso no país.

A Distorção que Ameaçava os Clubes Formadores

A urgência da aprovação se deu após os desdobramentos da Reforma Tributária. As novas regras impostas pela legislação civil anterior ameaçavam elevar a carga tributária das associações sem fins lucrativos para até 11% ou 15%. Isso gerava uma grave assimetria em relação às Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs), cuja tributação simplificada permanecia fixada na casa dos 5% a 6%.

Dirigentes alertavam que equiparar entidades formadoras a empresas comerciais asfixiaria modalidades deficitárias. Sem fins lucrativos, os clubes associativos historicamente reinvestem o superávit do futebol na manutenção do esporte olímpico nacional.

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Flamengo e Pinheiros na Vanguarda de Brasília

Diante do risco de apagão no esporte de alto rendimento, o Flamengo, sob a liderança do presidente Luiz Eduardo Baptista (Bap), e o Esporte Clube Pinheiros — maior polo de esportes olímpicos do país — organizaram o movimento em São Paulo ao lado do Comitê Brasileiro de Clubes e da FENACLUBES.

O bloco “Amigos do Esporte” realizou intensas agendas no Congresso Nacional. O grupo contou com o apoio de ídolos do esporte, como Zico, para sensibilizar parlamentares sobre a necessidade de manter a isonomia tributária.

O texto aprovado, relatado pelo deputado Doutor Luizinho e de autoria de Roberto Duarte (Republicanos-AC), traz salvaguardas essenciais:

  • Deduções Estratégicas: Exclui da base de cálculo receitas vindas de mensalidades de sócios votantes, patrocínios, recursos da Lei de Incentivo ao Esporte e repasses públicos.
  • Bônus Olímpico: Permite abater até 80% do tributo federal apurado se houver investimento contínuo e manutenção comprovada de pelo menos seis modalidades olímpicas ou paralímpicas distintas do futebol.

Próximos Passos

Com o sinal verde do Plenário da Câmara, a matéria segue agora para a apreciação do Senado Federal. Embora o Ministério da Fazenda venha manifestando resistência ao teto de alíquota unificada, a expressiva maioria conquistada pelos clubes na primeira etapa dá tração e força política ao ecossistema esportivo nacional.

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