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Pedro sofre lesão na semana decisiva e vira dúvida para a final da Libertadores
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O Flamengo recebeu nesta quarta-feira (19) a pior notícia possível para uma semana que já era de tensão máxima: Pedro teve lesão muscular na coxa esquerda confirmada e pode ficar de fora da final da Copa Libertadores da América, marcada para este fim de semana.
O atacante, peça central do sistema ofensivo rubro-negro, sentiu dores durante o treinamento de terça-feira e precisou deixar a atividade imediatamente. O clube realizou exames de imagem na manhã de hoje e a lesão foi detectada. O camisa 9 já iniciou tratamento intensivo com o Departamento Médico.
As opções de Filipe Luís para escalar o ataque
Com Pedro fora e Plata suspenso, Filipe Luís precisa recorrer às alternativas que o elenco tem à disposição.
De acordo com a página do ge.com, as principais opções são:
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Bruno Henrique — autor de quatro gols nos últimos três jogos, voltou a ganhar protagonismo e aparece como favorito para a função de “homem de frente”.
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Juninho — centroavante reserva que, embora pouco utilizado, pode assumir posição de “plano B”.
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Wallace Yan — jovem do elenco, também citado como alternativa para ocupar a referência.
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Além disso, jogadores como Luiz Araújo e Carrascal entram no pacote ofensivo, com o técnico antecipando teste nessas próximas partidas antes da final.
Em linhas gerais: provavelmente Bruno Henrique será o titular da referência ofensiva, com Araújo e Carrascal compondo o trio de frente — a formação que o técnico mais ensaia.
A situação reforça dois grandes desafios para o Flamengo:
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Tático: o time terá de vencer sem seu goleador tradicional e com menos clareza na referência de área. Bruno Henrique pode assumir o protagonismo, mas não tem o mesmo “instinto matador” de Pedro em decisões. A equipe perde automatismo e precisão no ataque.
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Emocional: jogadores que entram no lugar de titulares somem responsabilidades adicionais em um momento de tensão máxima. A pressão recai sobre quem já estava “no banco” e agora assume posição de destaque. Isso pode comprometer a fluidez da equipe ou, ao contrário, criar uma “ressurreição” coletiva — depende da maturidade mental dos atletas.
Se Pedro e Plata representavam “segurança” ofensiva, agora o Flamengo entra em campo com incógnitas. Em decisões continentais, essas incógnitas pesam.
O Flamengo não está abatido — seu elenco tem qualidade e o técnico já mostrou capacidade de adaptação. Mas entrar numa final da Libertadores sem Pedro e sem Plata é entrar com mão de um jogador a menos no ataque.
A vitória continua perfeitamente possível — afinal, finais são decididas pela entrega, pelas pequenas margens e pela autoconfiança.
Mas o Flamengo agora tem que provar mais: que pode sobreviver não à lesão de Pedro, mas à ausência de Pedro.
Se Bruno Henrique, Araújo, Carrascal e o restante do time quiserem escrever um capítulo glorioso, terão que fazer isso sem a peça que vinha sendo símbolo da temporada. E isso torna a saga ainda mais difícil — e, por que não, ainda mais épica.
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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial
Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.
A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.
Sobrevivência e Estratégia
A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.
O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.
Drama Local e Pódio Inédito
A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.
Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.
Feitos Históricos no Pelotão Intermediário
A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.
Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto
Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.
- Kimi Antonelli (Mercedes)
- Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
- Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
- Oscar Piastri (McLaren) +24s261
- Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
- Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
- Pierre Gasly (Alpine) +30s369
- Alexander Albon (Williams) +33s413
- Esteban Ocon (Haas) +37s140
- Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
- Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
- Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
- George Russell (Mercedes) +43s353
- Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
- Franco Colapinto (Alpine) +48s964
Fonte: Esportes
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