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O São Paulo se apequenou?

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Calleri perdeu gols e foi expulso na final contra o Del Valle. Créditos: AGIF

O São Paulo é gigante, o clube brasileiro com mais títulos internacionais e clube brasileiro com mais mundiais de clubes. Mas nos últimos 10 anos é um clube que não consegue mais ameaçar os demais clubes que hoje figuram nas conquistas dos campeonatos.

O último título relevante do tricolor foi a Sul-Americana de 2012, e de lá para cá o clube esteve perto de conquistas apenas no Brasileiro de 2020, quando liderou boa parte do campeonato e este ano quando acabou perdendo o título da mesma Sul-Americana para o Independiente Del Valle do Equador.

Como forma de comparação, o Athletico neste mesmo período, decidiu a Copa do Brasil por três vezes (2013, 2019 e 2021), vencendo uma vez em 2019. Ganhou a Sul-Americana duas vezes (2018 e 2020) e está em mais uma final de Libertadores. Até mesmo o Cruzeiro que volta à Série A depois de três anos, teve mais conquistas no período que o São Paulo, dois Brasileiros e duas Copas do Brasil.

Desmandos na diretoria, trocas incessantes de treinadores, contratações duvidosas, salários altos para jogadores de qualidade duvidosa e venda de jogadores promissores a preço de banana. Seus principais rivais, principalmente o Palmeiras, vem enfileirando taças e mais taças, enquanto o São Paulo vai se apequenando esportivamente no cenário nacional.

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Um clube que um dia se autoproclamou Soberano, tem colecionado vexames e mais vexames nos últimos anos como eliminações para equipes como Talleres, Defensa y Justicia, 4 de Julho e outras dentro do Campeonato Paulista como a goleada de 4×1 para o Audax.

Sua torcida conseguiu a maior média de público dos últimos anos, empurra a equipe em diversas vezes, tem no comando do futebol duas figuras midiáticas como Muricy Ramalho e Rogério Ceni, mas nem isso tem ajudado o clube a voltar a ser vencedor.

O São Paulo tem vários exemplos de como poder sair desta fase e se reconstruir como o clube que sempre foi, o próprio algoz de sábado é um caso a ser seguido, principalmente na implantação de um modelo de jogo e reestruturação no futebol em si. Outro exemplo que pode ser seguido é o Athletico, que hoje, esportivamente falando é maior que o São Paulo.

Uma outra saída é transformar o futebol em SAF, vender esse ativo e começar com uma gestão mais profissional no departamento de futebol, caso contrário, um clube desta grandeza poderá continuar figurando apenas no meio da tabela e passando sustos durante o ano, ou até mesmo amargar um rebaixamento histórico.

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Corinthians segura empate com o Rosario Central mesmo com um jogador a menos na Libertadores

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O Corinthians empatou por 0 a 0 com o Rosario Central, na noite desta quinta-feira (13), no Estádio Gigante de Arroyito, em Rosário, na Argentina. O confronto foi válido pela partida de ida das oitavas de final da Copa Libertadores.

O Timão terminou o jogo em desvantagem numérica. Allan recebeu o segundo cartão amarelo aos 34 minutos do segundo tempo e foi expulso, obrigando a equipe comandada por Fernando Diniz a suportar a pressão argentina nos minutos finais.

Com o empate, a classificação será decidida em São Paulo. O Corinthians precisa vencer por qualquer placar na próxima quinta-feira (20), às 21h30, na Neo Química Arena, para avançar às quartas de final. Em caso de nova igualdade, a vaga será definida nos pênaltis. Já o Rosario Central se classifica com uma vitória simples.

O primeiro tempo foi marcado pelo equilíbrio e pela disputa intensa no meio-campo. O Rosario Central criou a primeira oportunidade de perigo aos 11 minutos, quando Campaz recebeu pelo centro e finalizou forte. Hugo Souza se esticou e fez uma importante defesa.

A resposta corintiana veio aos 32 minutos. Kaio César arriscou de fora da área, e a bola passou perto da trave defendida por Ledesma.

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Pouco depois, o árbitro foi chamado pelo VAR para analisar um possível pênalti de Gustavo Henrique em Cantizano. Após revisar o lance, a arbitragem decidiu não marcar a penalidade.

A melhor chance do Corinthians na etapa inicial aconteceu aos 42 minutos. Matheuzinho cobrou falta para a área, e Matheus Bidu cabeceou no travessão. No rebote, a bola voltou a tocar na trave antes de sair pela linha de fundo.

Na volta do intervalo, o Rosario Central aumentou a pressão e passou a atuar mais próximo da área corintiana. Aos 25 minutos, Di María cruzou pela direita e encontrou Campaz, que cabeceou por cima do gol de Hugo Souza.

A situação do Corinthians se complicou aos 34 minutos, quando Allan cometeu falta no meio-campo e recebeu o segundo cartão amarelo. Com um jogador a mais, os donos da casa se lançaram ao ataque.

Hugo Souza voltou a aparecer aos 38 minutos, ao defender uma forte finalização de Di María. Já nos acréscimos, Marco Ruben teve a última grande oportunidade do jogo. O atacante desarmou Matheus Bidu dentro da área, girou e bateu cruzado, mas mandou a bola para fora.

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Mesmo pressionado e atuando com dez jogadores, o Corinthians conseguiu manter o empate sem gols e levou a decisão para a Neo Química Arena.

FICHA TÉCNICA
Placar Rosario Central 0 x 0 Corinthians
Competição Copa Libertadores — oitavas de final (ida)
Local Estádio Gigante de Arroyito, em Rosário (Argentina)
Data 13 de agosto de 2026, quinta-feira
Horário 21h30, de Brasília
Cartões amarelos Pizarro, Copetti e Coronel (Rosario Central); Breno Bidon, Matheuzinho e Allan (Corinthians)
Cartões vermelhos Allan (Corinthians)
Árbitro Andrés Matonte (Uruguai)
Assistentes Martín Soppi e Pablo Llarena (Uruguai)
VAR Christian Ferreyra (Uruguai)
Rosario Central Ledesma; Coronel (Verón), Ovando, Gastón Ávila e Sández (Rodríguez); Ibarra, Pizarro (Navarro), Cantizano (Badaloni), Di María e Campaz; Copetti (Marco Ruben). Técnico: Jorge Almirón.
Corinthians Hugo Souza; Matheuzinho, Gabriel Paulista, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Raniele, Allan, Breno Bidon (André Ramalho) e Rodrigo Garro (Carrillo); Kaio César (Lingard) e Pedro Raul. Técnico: Fernando Diniz.

Fonte: Esportes

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