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Após julgamento na FIFA, Equador é mantido na Copa do Mundo

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Byron Castillo está no centro de polêmica sobre vaga sul-americana para a Copa do Mundo de 2022 — Foto: Getty Images

O caso Byron Castillo ganhou mais um capítulo nesta sexta-feira (16/09). O Comitê de Apelação da FIFA julgou o recurso apresentado pela Federação Chilena de Futebol e manteve o Equador na Copa do Mundo do Catar. Os chilenos alegavam que Castillo havia disputado as eliminatórias para a Copa do Catar com documentos falsos.

Chilenos alegaram que Byron Castillo nasceu na Colômbia em 1995 e não no Equador em 1998, e por este motivo os equatorianos deveriam perder os pontos da partida em que Castillo esteve em campo. Como os chilenos terminaram as eliminatórias na sétima colocação, com os quatro pontos que ganhariam pelos dois jogos, eles pulariam para a quarta colocação, o que daria a vaga na Copa do Mundo.

Porém a FIFA manteve a decisão do dia 10 de junho, respeitando uma investigação feita pela Justiça do Equador de 2021 que determinou que Byron Castillo é sim equatoriano.

Ainda caberia aos chilenos recorrerem ao TAS – Tribunal Arbitral do Esporte, mas é pouco improvável que o caso seja julgado antes da aberturada Copa do Mundo no dia 20 de novembro, abertura que, aliás, o Equador fará contra os donos da casa.

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Confira a Nota da FIFA:

O Comitê de Apelação da FIFA decidiu sobre os recursos interpostos pela Federação Chilena de Futebol (FFCH) e pela Federação Peruana de Futebol (FPF) contra a decisão adotada pelo Comitê Disciplinar da FIFA sobre a possível violação de Byron David Castillo Segura dos critérios de convocação para participar com a seleção da Federação Equatoriana de Futebol (FEF) em oito partidas das Eliminatórias, correspondentes à fase preliminar da Copa do Mundo FIFA Qatar 2022™.

Após análise da documentação recebida das partes e realização da audiência correspondente, a Comissão de Apelação ratificou a decisão da Comissão Disciplinar de arquivar o inquérito do processo instaurado contra a FEF. Com base na documentação recebida, entre outras considerações, estimou-se que o jogador deve ser considerado portador de nacionalidade equatoriana permanente, de acordo com o art. 5, par. 1 do Regulamento de Aplicação dos Estatutos da FIFA.

As decisões do Comitê de Apelação foram notificadas às partes afetadas hoje. Esta decisão está sujeita a recurso para o Tribunal Arbitral do Esporte.

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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