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20 anos do Penta: Zidane, Beckham, Figo… Relembre os craques estrangeiros da Copa do Mundo de 2002

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Michael Ballack era o principal nome alemão na Copa de 2002. Créditos: FIFA/Getty Images

Rivaldo, Ronaldo, Ronaldinho… O Brasil embarcou para a Copa do Mundo de 2002 com uma artilharia pesada no time. A alta concentração de talento, porém, não era uma exclusividade brasileira no torneio. A caminho do pentacampeonato, a Seleção Brasileira precisou enfrentar grandes craques do futebol mundial à época.

Em mais um episódio da série “20 anos do Penta”, o site da CBF lembra os principais deles, alguns dos quais estiveram no caminho do Brasil para o penta.

Michael Ballack (Alemanha)

Menos badalado do que os outros meias citados, Michael Ballack foi mais longe do que todos eles. Jogador de muita força e técnica apurada, o Pequeno Kaiser marcou três gols ao longo da Copa do Mundo de 2002, dois deles muito importantes. Foi ele quem garantiu as vitórias por 1 a 0 sobre Estados Unidos e Coreia do Sul, nas quartas e nas semifinais, respectivamente. No duelo contra os coreanos, porém, Ballack tomou seu terceiro cartão amarelo e ficou suspenso para a grande final da Copa. Sem ele, a Alemanha foi derrotada por 2 a 0 para o Brasil.

Zinedine Zidane (França)

Zidane após eliminação francesa na primeira fase em 2002. Créditos: FIFA/Getty Images

Craque absoluto da Copa do Mundo de 1998, Zidane chegou ao Mundial seguinte recuperando-se de uma lesão. O status de saúde do meio-campista fez com que ele não atuasse nos dois primeiros jogos da França, e sua ausência foi sentida. Derrotada na estreia para Senegal, a equipe ficou no empate com o Uruguai e foi para a última rodada precisando de uma vitória por dois gols sobre a Dinamarca para se classificar. Mesmo sem estar 100%, Zidane voltou ao time, mas não conseguiu impedir mais uma derrota dos franceses (2 a 0) e a eliminação.

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David Beckham (Inglaterra)

David Beckham era o líder dos ingleses. Créditos: FIFA/Getty Images

Um dos mais badalados jogadores de todos os tempos, David Beckham foi à Copa do Mundo de 2002 encarando os adversários e o próprio passado. Quatro anos antes, ele ficara marcado por uma expulsão no jogo eliminatório contra a Argentina, na Copa de 1998. Líder técnico dos Três Leões, Beckham viveu um momento de vingança pessoal ao, de pênalti, fazer o gol que derrotou os argentinos na primeira fase (e que eventualmente os eliminaria). Com uma boa performance, David Beckham e a Inglaterra acabaram eliminados pela Seleção Brasileira nas quartas de final da Copa.

Luís Figo (Portugal)

No momento em que começou a Copa, Luís Figo carregava a coroa do futebol mundial. O português fora eleito pela FIFA como o Melhor Jogador do Mundo em 2001 e tentava contraria a “maldição dos melhores do mundo”. A Copa nunca havia sido conquistada por um jogador coroado com o título de melhor do ano anterior, seja pela FIFA ou pela France Football. E não foi dessa vez que esta escrita mudou. Depois de perder por 1 a 0 para a Coreia do Sul na estreia, Portugal chegou a golear a Polônia, mas um revés para os Estados Unidos fez os lusitanos caírem ainda na primeira fase.

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Gabriel Batistuta (Argentina)

Mesmo veterano, Batistuta dava medo nos adversários. Créditos: FIFA/Getty Images

O futebol argentino sempre foi um celeiro de grandes jogadores. Em 2002, uma das principais esperanças do país era Gabriel Batistuta. Primeiro jogador a fazer hat-tricks em duas edições diferentes da Copa do Mundo, o atacante chegou ao Mundial tido como um jogador envelhecido, mas confiável. Não demorou a deixar sua marca, garantindo a vitória por 1 a 0, contra a Nigéria. O gol, no entanto, seria o único do argentino na Copa, o que não era bom para as aspirações do time no campeonato. Após derrota para a Inglaterra e um empate contra a Suécia, Batistuta e a Argentina deixaram a Copa do Mundo na fase de grupos.

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Seleção Feminina vence Estados Unidos em amistoso preparatório para o Mundial

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Em uma noite de futebol intenso e superação, a Seleção Brasileira Feminina conquistou uma vitória importante sobre os Estados Unidos por 2 a 1, no primeiro de dois amistosos programados em solo nacional. O triunfo, construído ainda no primeiro tempo, reforça a preparação da equipe comandada por Arthur Elias para a Copa do Mundo de 2027, que terá o Brasil como sede.

O jogo começou com um susto para a torcida brasileira. Logo no primeiro minuto, a atacante americana Wilson aproveitou uma roubada de bola de Rodman e finalizou de fora da área para abrir o placar. No entanto, a resposta brasileira foi rápida e eficiente, liderada pelo entrosamento do trio ofensivo formado por Bia Zaneratto, Tainá Maranhão e Dudinha.

Reação e Virada

Aos 10 minutos, o empate veio pelo alto. Tainá Maranhão, atacante do Palmeiras, aproveitou um cruzamento preciso de Isabela e cabeceou para o fundo das redes. Apenas três minutos depois, a virada se concretizou: Bia Zaneratto iniciou uma jogada individual desde o meio-campo e, após uma dividida de Dudinha com a defesa adversária, a bola sobrou limpa para a camisa 16 selar o 2 a 1.

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Antes do intervalo, a goleira Lelê foi fundamental para manter a vantagem, realizando duas defesas espetaculares em lances cara a cara com a artilheira Wilson.

Testes e Pressão Final

Na etapa complementar, os Estados Unidos aumentaram a pressão e chegaram a carimbar o travessão em um chute de Hutton. O técnico Arthur Elias aproveitou o segundo tempo para promover diversas alterações, testando a rotatividade do elenco e dando ritmo a jogadoras que atuam na Europa, como Gio Garbelini, do Atlético de Madrid, que quase ampliou o placar nos minutos finais com uma tentativa de cobertura.

As equipes voltam a se enfrentar na próxima terça-feira (9), às 21h30, na Arena Castelão, em Fortaleza. O confronto será mais uma oportunidade para a comissão técnica ajustar detalhes táticos e observar o desempenho das atletas diante de uma das maiores potências do futebol mundial.

Fonte: Esportes

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