CUIABÁ
Trecho da Av. Miguel Sutil será alargado para melhorar fluidez no trânsito
CUIABÁ
Um trecho de aproximadamente 350 metros da Avenida Miguel Sutil, nas imediações do viaduto da rodoviária de Cuiabá sentido Avenida Fernando Corrêa, será interditado para o tráfego de veículos, nesta quinta-feira (1º).
A interdição compreende o perímetro próximo à entrada do bairro Araés até o início do viaduto da Avenida do CPA, no sentido citado, onde será realizado o alargamento da pista, usando o canteiro central. Ele será arrancado e receberá a malha viária para dar lugar a uma terceira pista visando melhorar a fluidez do trânsito. Na sexta-feira, (2), o trânsito deverá estar totalmente liberado.
“Vamos aproveitar o feriado que o trânsito é mais escasso para executar esse serviço. Foi um entendimento entre a Semob e o pessoal do Complexo Leblon, uma vez que possibilitará a fluidez do trânsito neste local”, pontuou o diretor de trânsito da Semob, Pedro César Gonçalves.
A orientação é para que os motoristas sejam pacientes, e por conta do feriado, busquem rotas alternativas. “As rotas alternativas são sempre a melhor opção, mesmo quando as pistas estiverem liberadas. Ajudam a diminuir os impactos no trânsito”, alertou o diretor.
O canteiro deve ser reimplantado após a conclusão das obras da trincheira, que estão em andamento pelo Governo do Estado.
#PraCegoVer
A foto mostra parte do trajeto que será interditado na Avenida Miguel Sutil, em horário movimentado com caminhão e carros na extensão da via.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
CUIABÁ
Justiça reconhece avanços da Prefeitura e mantém contas sem bloqueio de R$ 15 milhões
A atuação da Procuradoria Geral do Município garantiu uma decisão favorável à Prefeitura de Cuiabá e evitou o bloqueio de R$ 15 milhões das contas municipais, medida que seria prejudicial ao planejamento e à execução das políticas públicas da administração. Em decisão proferida nesta terça-feira (4), pelo juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da Vara Especializada do Meio Ambiente de Cuiabá, a Justiça reconheceu que o Município apresentou elementos que demonstram os esforços empreendidos na política de proteção e bem-estar animal e que, antes de qualquer medida de constrição de recursos públicos, é necessária a produção de novas provas.
“O Município sempre atuou com responsabilidade e transparência, demonstrando nos autos que vem cumprindo seu dever constitucional de promover a política pública de bem-estar animal, investindo na estruturação dos serviços, na manutenção do atendimento veterinário e na melhoria contínua das unidades. A decisão da Justiça prestigia esses esforços da administração municipal e reafirma que medidas tão severas quanto o bloqueio de recursos públicos exigem provas técnicas consistentes e respeito ao devido processo legal”, afirmou o procurador-geral do Município, Luiz Antônio.
Ao analisar o pedido do Ministério Público, o magistrado observou que a própria vistoria realizada pelo Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam), em abril deste ano, registrou condições adequadas de limpeza, alimentação, manejo dos animais, disponibilidade de medicamentos e acompanhamento veterinário na unidade municipal.
A Procuradoria também apresentou documentos comprovando o funcionamento do Programa Reação Animal 24 Horas, a escala permanente de médicos veterinários, o atendimento prestado por clínicas credenciadas, as condições do abrigo municipal e a execução dos recursos do Fundo Municipal de Bem-Estar Animal (Funbea).
Embora o Ministério Público tenha reiterado o pedido de bloqueio dos recursos, alegando descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), o juiz entendeu que ainda existem controvérsias sobre os fatos mais recentes e que não há elementos técnicos suficientes para justificar, neste momento, a indisponibilidade dos R$ 15 milhões.
Na decisão, o magistrado destacou que eventual bloqueio de recursos públicos deve observar os princípios da proporcionalidade e da menor onerosidade, ressaltando que o pedido do Ministério Público foi apresentado de forma genérica, sem um plano detalhado sobre a destinação imediata do valor pretendido.
Por isso, o juiz determinou que a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) encaminhem, em até dez dias, os relatórios, laudos, registros fotográficos e demais documentos produzidos durante as diligências realizadas no fim de julho.
Já o Ministério Público terá prazo de 15 dias para apresentar um plano emergencial detalhando como os R$ 15 milhões seriam aplicados caso o bloqueio venha a ser autorizado futuramente, indicando prioridades, estimativas de custos e mecanismos de fiscalização da utilização dos recursos.
Ao final, o magistrado encaminhou o processo ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Ambiental para tentativa de conciliação entre as partes, buscando uma solução consensual para o cumprimento das obrigações previstas no TAC.
Com isso, o pedido de bloqueio das contas da Prefeitura permanece indeferido neste momento e somente poderá ser reavaliado após a conclusão da instrução probatória e a análise dos novos elementos técnicos determinados pela Justiça.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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