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Secretário de Saúde e adjunto reúnem-se com conselheiro do TCE para discutir redução da fila de espera de cirurgias no SUS

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Empenhados em buscar soluções para melhorar cada vez mais a saúde pública de Cuiabá, o secretário municipal de Saúde, Guilherme Salomão, o secretário adjunto de Gestão, Eder Galiciani e o assessor técnico Ricardo Venero reuniram-se na manhã desta terça-feira (31) com o presidente da Comissão Permanente de Saúde e Assistência Social do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), Guilherme Antonio Maluf. A pauta da reunião foi relacionada às cirurgias eletivas.

“Atendendo a um pedido, do prefeito Emanuel Pinheiro, estamos trabalhando para reduzir a fila de cirurgias eletivas, que está represada há bastante tempo. Vamos assinar junto ao TCE um Termo de Ajuste de Gestão para dar mais celeridade à realização destas cirurgias. O nosso objetivo é acelerar a execução destas operações, para que o tempo de espera diminua cada vez mais para os próximos pacientes que precisarem”, explicou o secretário.

Segundo o secretário de Gestão, o próximo passo é fazer um novo levantamento sobre a situação da fila, uma vez que a vigência do Programa MT Cirurgias, que começou no ano passado, é até final de fevereiro. “Nos próximos quinze dias a Central de Regulação vai fazer um levantamento minucioso da quantidade de pessoas que ainda aguardam na fila e quais são as cirurgias que os pacientes precisam. Ao final deste prazo, voltaremos ao TCE para assinarmos o TAG e já montarmos o cronograma para início das cirurgias”, comentou o adjunto. As pessoas que estão inseridas no MT Mais Cirurgias e que não passarem pelo procedimento ainda em fevereiro, são incluídas neste novo projeto.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Prefeitura remove edificações desocupadas em área de nascentes após recomendações do Ministério Público

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A Prefeitura de Cuiabá realizou, na manhã desta quinta-feira (27), uma nova ação de fiscalização e remoção de edificações irregulares no Loteamento Residencial Ilza Terezinha Picoli Pagot e entorno. A atuação ocorre em cumprimento a recomendações e notificações do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), que orientam o poder público a exercer seu papel constitucional e legal na proteção do meio ambiente, do patrimônio público e da segurança da população.

Durante a operação, realizada de forma coordenada pela Secretaria de Ordem Pública, com apoio da Polícia Militar e demais órgãos envolvidos, cerca de oito edificações desocupadas foram demolidas. As estruturas eram de alvenaria, muros e obras ainda em construção. Conforme levantamento realizado pelos órgãos municipais, não havia moradores nos imóveis no momento da intervenção. Nenhuma família foi retirada de residência habitada.

A área possui nascentes e características de área úmida, com presença de minas d’água, além de solo arenoso e suscetível a processos erosivos e alagamentos. O local está inserido em área de preservação permanente (APP), que possui legislação específica e restritiva justamente para garantir a proteção dos recursos hídricos e das nascentes.

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Laudo elaborado pela Defesa Civil Municipal também classificou a região como de alto risco hidrológico. Segundo os estudos técnicos, as condições do terreno podem provocar erosões, alagamentos e comprometer a segurança de edificações instaladas no local. Por se tratar de área ambientalmente protegida e de risco, a ocupação também apresenta restrições para eventual regularização fundiária.

Ao comentar a atuação, o prefeito Abílio Brunini reforçou que o Município não apoia novas ocupações irregulares e que a Prefeitura está cumprindo determinações e orientações dos órgãos de controle e do sistema de Justiça. “Não invadam área pública, privada, área de proteção permanente, área de praça, qualquer equipamento público ou privado. Se invadir, infelizmente, teremos de agir para proteger o direito à propriedade e o bem público”, afirmou.

O prefeito também destacou que a fiscalização não tem como objetivo retirar famílias de imóveis habitados sem o devido atendimento. “Se tivesse alguma família dentro, ela teria o apoio”, afirmou, ao explicar que as estruturas demolidas durante a ação foram previamente verificadas e estavam desocupadas.

A Prefeitura ressalta que o combate às ocupações irregulares ocorre especialmente em áreas públicas, propriedades privadas e locais ambientalmente protegidos, em atendimento às recomendações e notificações do Ministério Público e às determinações judiciais. A legislação estabelece proteção especial para áreas de nascentes e APPs, restringindo intervenções que possam causar degradação ambiental.

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Nos casos em que houver famílias em situação de vulnerabilidade eventualmente afetadas por ações de desocupação, o Município prevê atendimento individualizado por meio do Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), com participação das secretarias de Assistência Social e Habitação e encaminhamento à rede de proteção social.

A medida reforça a atuação integrada do poder público para impedir novas ocupações em áreas ambientalmente protegidas e de risco, preservar as nascentes e garantir o cumprimento das normas ambientais, urbanísticas e das orientações dos órgãos de controle.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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