CUIABÁ
Prefeito Emanuel Pinheiro repudia fala mentirosa do governador do Estado
CUIABÁ
A Prefeitura de Cuiabá informa:
– O prefeito Emanuel Pinheiro refuta veementemente as declarações proferidas pelo governador do Estado, Mauro Mendes, acerca da sua postura em relação ao Tribunal de Justiça e ao Tribunal de Contas do Estado;
– O governador, em uma atitude maldosa, desprezível e mentirosa, tenta imputar ao prefeito declarações nunca proferidas sobre as duas instituições. Inclusive, as palavras utilizadas pelo governador não fazem parte do linguajar do gestor municipal;
– O prefeito sempre se referiu a essas instituições de maneira extremamente respeitosa e com a estima que lhes é devida;
– A única razão plausível para explicar esta sandice do governador é a vontade dele de forjar uma narrativa para jogar o prefeito contra o TJ e o TCE e, consequentemente, jogar as duas instituições contra o prefeito;
– É preciso dar um basta nesta falácia. O ódio do governador em relação ao prefeito é algo pessoal por parte do gestor estadual e não deve afetar nenhum poder ou instituição e muito menos a população. Infelizmente, o senhor Mauro Mendes está tão cego pela sua sanha de vingança (por motivos ainda desconhecidos pelo prefeito), que não se importa de passar por cima de quem for, até mesmo menosprezando a população cuiabana, com o único intuito de prejudicar Emanuel Pinheiro;
– Recorrer de decisões que afetam e podem vir a prejudicar o Município é um direito de Cuiabá, que continuará exercendo este direito enquanto for possível;
– Por fim, é imprescindível ressaltar que o TJ, o TCE, o Município de Cuiabá e o próprio Estado de Mato Grosso são muito maiores do que os caprichos e as vontades do governador Mauro Mendes.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
CUIABÁ
Prefeitura remove edificações desocupadas em área de nascentes após recomendações do Ministério Público
A Prefeitura de Cuiabá realizou, na manhã desta quinta-feira (27), uma nova ação de fiscalização e remoção de edificações irregulares no Loteamento Residencial Ilza Terezinha Picoli Pagot e entorno. A atuação ocorre em cumprimento a recomendações e notificações do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), que orientam o poder público a exercer seu papel constitucional e legal na proteção do meio ambiente, do patrimônio público e da segurança da população.
Durante a operação, realizada de forma coordenada pela Secretaria de Ordem Pública, com apoio da Polícia Militar e demais órgãos envolvidos, cerca de oito edificações desocupadas foram demolidas. As estruturas eram de alvenaria, muros e obras ainda em construção. Conforme levantamento realizado pelos órgãos municipais, não havia moradores nos imóveis no momento da intervenção. Nenhuma família foi retirada de residência habitada.
A área possui nascentes e características de área úmida, com presença de minas d’água, além de solo arenoso e suscetível a processos erosivos e alagamentos. O local está inserido em área de preservação permanente (APP), que possui legislação específica e restritiva justamente para garantir a proteção dos recursos hídricos e das nascentes.
Laudo elaborado pela Defesa Civil Municipal também classificou a região como de alto risco hidrológico. Segundo os estudos técnicos, as condições do terreno podem provocar erosões, alagamentos e comprometer a segurança de edificações instaladas no local. Por se tratar de área ambientalmente protegida e de risco, a ocupação também apresenta restrições para eventual regularização fundiária.
Ao comentar a atuação, o prefeito Abílio Brunini reforçou que o Município não apoia novas ocupações irregulares e que a Prefeitura está cumprindo determinações e orientações dos órgãos de controle e do sistema de Justiça. “Não invadam área pública, privada, área de proteção permanente, área de praça, qualquer equipamento público ou privado. Se invadir, infelizmente, teremos de agir para proteger o direito à propriedade e o bem público”, afirmou.
O prefeito também destacou que a fiscalização não tem como objetivo retirar famílias de imóveis habitados sem o devido atendimento. “Se tivesse alguma família dentro, ela teria o apoio”, afirmou, ao explicar que as estruturas demolidas durante a ação foram previamente verificadas e estavam desocupadas.
A Prefeitura ressalta que o combate às ocupações irregulares ocorre especialmente em áreas públicas, propriedades privadas e locais ambientalmente protegidos, em atendimento às recomendações e notificações do Ministério Público e às determinações judiciais. A legislação estabelece proteção especial para áreas de nascentes e APPs, restringindo intervenções que possam causar degradação ambiental.
Nos casos em que houver famílias em situação de vulnerabilidade eventualmente afetadas por ações de desocupação, o Município prevê atendimento individualizado por meio do Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), com participação das secretarias de Assistência Social e Habitação e encaminhamento à rede de proteção social.
A medida reforça a atuação integrada do poder público para impedir novas ocupações em áreas ambientalmente protegidas e de risco, preservar as nascentes e garantir o cumprimento das normas ambientais, urbanísticas e das orientações dos órgãos de controle.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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