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Ponte do Córrego Fundo tem estrutura comprometida e será demolida

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A ponte sobre o Córrego Fundo, interditada na tarde de quarta-feira (4), entre os bairros Boa Esperança e Santa Cruz, será demolida, porque toda a estrutura está comprometida, incluindo os pilares de sustentação, que se deslocaram do local. A reconstrução será executada pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras Públicas, em parceria com o Governo do Estado. A demolição está prevista para acontecer no início da próxima semana.

Segundo avaliação técnica, apenas um dos pilares está intacto. “Os pilares estão todos caindo, todos deitando. Temos que demolir e reconstruir”, afirmou o secretário municipal de Infraestrutura e Obras, Reginaldo Teixeira.

Reginaldo acompanhou pessoalmente desde a interdição, bem como os primeiros trabalhos iniciados nesta quinta-feira (5). Os indícios de desmoronamento surgiram com as fortes chuvas, afetando uma das cabeceiras da via. Em análise para execução do serviço, verificou-se que se tratava de uma situação bem mais grave do que aparentava.

A ponte sobre o Córrego Fundo fica no perímetro urbano da Capital, exatamente na Rua 13, que faz divisa entre os bairros Boa Esperança e Santa Cruz. É uma via muito utilizada como rota alternativa, fazendo a ligação entre a Avenida Arquimedes Pereira Lima (Estrada do Moinho) e a Av. Fernando Corrêa da Costa.

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Sem opções, pelo período estimado de 60 dias, os condutores de veículos deverão utilizar ruas e avenidas nas adjacências do local interditado.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeitura reforça proibição do comércio irregular nas UPAs de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça a proibição do comércio ambulante no interior e nas entradas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital. A medida, implantada desde abril, tem contribuído para melhorar a organização dos espaços, reduzir aglomerações e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais que atuam nas unidades.

A restrição segue as normas municipais que impedem a instalação de equipamentos e a comercialização de produtos nas entradas principais de hospitais, prontos-socorros, ambulatórios e demais unidades de saúde, públicas ou privadas, além de proibir o comércio no interior desses espaços.

A iniciativa já apresenta resultados positivos na rotina das unidades, com maior organização dos acessos, melhor circulação de pacientes, acompanhantes e equipes, além de manter livres as áreas destinadas ao atendimento de urgência e emergência.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a organização dos espaços externos e internos das unidades é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente à população.

“Quando conseguimos manter as entradas das unidades organizadas e sem obstáculos, melhoramos o fluxo de pessoas, facilitamos o trabalho das equipes e garantimos que pacientes que chegam em situação de urgência tenham acesso mais rápido e seguro ao atendimento”, afirmou.

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O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendosa, ressalta que as UPAs são portas de entrada para atendimentos de média complexidade e precisam funcionar com estrutura adequada para receber a população.

“As unidades de pronto atendimento recebem diariamente um grande volume de pacientes e precisam ter seus espaços preparados para acolher quem procura o serviço. A retirada do comércio irregular ajuda a preservar o ambiente, melhora a circulação e fortalece a qualidade do atendimento prestado”, explicou.

A ação teve início na UPA Morada do Ouro e será ampliada para as demais unidades de saúde do município. O trabalho envolve fiscalização, orientação aos comerciantes e acompanhamento das áreas próximas aos serviços de saúde.

Além da organização do espaço público, a Vigilância Sanitária também atua na fiscalização das condições de preparo, armazenamento e comercialização de alimentos, considerando os riscos relacionados à higiene, ao descarte inadequado de resíduos e ao uso de equipamentos que possam gerar fumaça e outros impactos nas proximidades das unidades.

A Prefeitura também instalará placas informativas nas unidades para reforçar a proibição do comércio ambulante no interior dos prédios e nas áreas próximas aos acessos.

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O descumprimento das normas pode resultar em medidas administrativas, como multa e apreensão de mercadorias, conforme previsto na legislação municipal.

Os comerciantes que desejam atuar de forma regular em vias e espaços públicos devem solicitar o Termo de Permissão de Uso (TPU), emitido pela Secretaria Municipal de Ordem Pública após análise técnica.

O documento estabelece regras para o exercício da atividade, considerando critérios como segurança, fluxo de pedestres e veículos, uso adequado do solo e cumprimento das normas sanitárias.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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