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Saiba como identificar e denunciar violações de direitos humanos contra pessoas LGBTQIA+

Publicado em

BRASIL

Você já ouviu falar em LGBTQIAfobia? O termo se refere a violências cometidas contra pessoas LGBTQIA+ em razão de sua orientação sexual ou identidade de gênero.

A discriminação, a negação de direitos fundamentais, as agressões físicas ou psicológicas e outras formas de violência contra pessoas LGBTQIA+ são condutas reconhecidas como crime, equiparadas ao racismo por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Para a vítima, pode ser difícil denunciar esses episódios por medo de retaliação ou outras consequências que podem contribuir para a continuidade da violência. Por isso, ao presenciar ou tomar conhecimento de alguma ocorrência, é possível oferecer apoio à pessoa afetada e realizar a denúncia aos canais disponíveis.

A comunicação das violações contribui para a responsabilização dos envolvidos e para a adoção de medidas de proteção.

Confira abaixo os canais de atendimento disponíveis para casos de LGBTQIAfobia.

Disque 100

O Disque Direitos Humanos – Disque 100 – é um serviço gratuito, disponibilizado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), que recebe e encaminha denúncias de violações de direitos humanos aos órgãos responsáveis em todo o território nacional.

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Disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana, o Disque 100 assegura o sigilo das informações fornecidas pela vítima e/ou denunciante, contribuindo para a proteção dos envolvidos e o encaminhamento dos casos.

Saiba como acessar:

Disque Direitos Humanos: Disque 100 de qualquer telefone ou celular.

WhatsApp: (61) 99611-0100 ou pelo link https://wa.me/5561996110100

Telegram: basta digitar “DireitosHumanosBrasil” na busca do aplicativo.

Atendimento em Libras: https://atendelibras.mdh.gov.br/acesso para utilizar o serviço de videochamada em Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Leia também:

Saiba quando e como acionar o Disque 100

Texto: R.B.

Edição: G.O.

Atendimento exclusivo à imprensa:

[email protected]

Assessoria de Comunicação Social do MDHC

(61) 2027-3538

Acesse o canal do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania no WhatsApp.

Fonte: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania

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Defesa participa de diálogo sobre descarbonização do transporte marítimo

Publicados

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Brasília (DF), 4/8/2026 – O Ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, participou, nesta terça-feira (4), de diálogo realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) sobre descarbonização do transporte marítimo. O evento, realizado em Brasília (DF), contou com a participação do Comandante da Marinha do Brasil, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen, além de representantes do governo, da indústria, do setor marítimo e da cadeia de biocombustíveis.

Na ocasião, especialistas, representantes das indústrias e setor produtivo discutiram temas relacionados ao uso do combustível etanol nas embarcações e a redução das emissões de carbono no transporte marítimo. Também foram debatidos aspectos relacionados à competitividade da indústria nacional, à inovação tecnológica e à participação do Brasil nas cadeias globais de comércio.

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Durante o evento, o Ministro José Mucio observou que a busca por alternativas energéticas para a navegação integra as discussões internacionais sobre redução de emissões. “Precisamos encontrar alternativas ao uso desse combustível no sentido de reduzir a pegada de carbono nesse modal de transporte e, consequentemente, diminuir a emissão de carbono diretamente na atmosfera”, afirmou.

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As discussões abordaram ainda o processo de descarbonização conduzido no âmbito da Organização Marítima Internacional (IMO), organismo responsável pela definição de normas globais para o transporte marítimo. Os participantes discutiram propostas e aspectos regulatórios relacionados às normas nacionais e internacionais voltadas à redução das emissões de gases de efeito estufa no setor marítimo.

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De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o transporte marítimo responde por cerca de 96% das mercadorias brasileiras comercializadas com o exterior, considerando o volume transportado. Segundo a entidade, as discussões conduzidas no âmbito da IMO podem influenciar futuras normas internacionais relacionadas à descarbonização da navegação, com impactos sobre a competitividade do comércio exterior brasileiro.

Por Daniel Lima
Fotos: Érico Alves

Assessoria Especial de Comunicação Social (Ascom)
Ministério da Defesa
(61) 3312-4070

Fonte: Ministério da Defesa

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