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PESQUISA SOBRE PROGRAMAS DE INTEGRIDADE NAS EFPC: respostas até 25 de setembro
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O Departamento do Regime de Previdência Complementar (DERPC) disponibilizou questionário voltado ao mapeamento da maturidade dos Programas de Integridade nas Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC). A iniciativa tem como objetivo reunir informações que subsidiem a Análise de Impacto Regulatório (AIR) sobre a implementação de Programas de Integridade no âmbito das EFPC.
A pesquisa busca compreender o estágio atual de desenvolvimento das práticas de integridade nas entidades, identificando seus principais desafios, oportunidades de aprimoramento e iniciativas já adotadas em temas relacionados à governança, gestão de riscos, controles internos, ética e conformidade.
Participação e confidencialidade
A participação das entidades é voluntária e a pesquisa não possui caráter fiscalizatório. As informações fornecidas serão tratadas de forma confidencial e analisadas de maneira agregada, sem divulgação pública dos resultados individualizados das participantes.
Além de contribuir para a ampliação do conhecimento sobre as práticas de integridade no setor, as entidades que responderem ao questionário receberão posteriormente uma devolutiva individualizada, contendo uma análise de seu Programa de Integridade e a identificação de oportunidades de aperfeiçoamento.
Prazo para participação
As respostas poderão ser enviadas no período de 1º a 25 de setembro de 2026.
Acesse aqui o formulário de pesquisa:
🔗 Pesquisa MPS sobre Integridade nas EFPC
Para mais informações, os interessados podem entrar em contato com o DERPC pelo e-mail [email protected].
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Entenda por que aplicativos com dados pessoais pedem biometria e quais cuidados tomar
A biometria facial e digital virou regra para abrir aplicativos bancários, acessar a carteira de motorista ou entrar no portal Gov.br. A tecnologia confirma a identidade do usuário em segundos e cria uma camada extra de proteção sobre dados pessoais sensíveis.
Os dados biométricos são informações sobre características físicas ou comportamentais que identificam ou caracterizam um ser humano. Entre as mais utilizadas estão as impressões digitais, que analisam os padrões únicos dos dedos das mãos, e o reconhecimento facial, que mapeia pontos e contornos do rosto, como a distância entre os olhos e o formato do queixo.
Por que aplicativos pedem biometria e para onde vão os nossos dados?
Os aplicativos e serviços, como o Gov.br, pedem essa comprovação biométrica para permitir o acesso ou a realização de determinadas ações, principalmente com o objetivo de aumentar a segurança, oferecer mais conveniência e rapidez e substituir o uso de senhas tradicionais.
No caso do desbloqueio do celular ou do acesso a um aplicativo bancário, por exemplo, a imagem do dedo ou do rosto não sai do aparelho. O leitor do dispositivo converte a informação biométrica em um código matemático, que é armazenado em um ambiente seguro do aparelho e utilizado para confirmar a identidade do usuário.
Já quando uma selfie é enviada como prova de vida para uma empresa, por exemplo, durante a abertura de uma conta ou a realização de uma transação, a imagem pode ser enviada de forma criptografada aos servidores da própria empresa ou de sistemas contratados. Dependendo do sistema utilizado, os dados do rosto podem ser transformados em traços geométricos que formam um código exclusivo, enquanto a imagem original é descartada ou protegida por criptografia.
No Brasil, a biometria é classificada como dado pessoal sensível pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). As empresas que utilizam esse tipo de informação são obrigadas a explicar o motivo da coleta, armazenar os dados em um ambiente seguro contra vazamentos e garantir a exclusão dessas informações quando elas não forem mais necessárias para a finalidade que justificou a coleta.
Quais cuidados de segurança digital tomar?
Para proteger a identidade e os dados sensíveis no ambiente digital, alguns procedimentos simples podem aumentar a segurança:
Ative a verificação em duas etapas em suas contas: configure esse recurso em e-mails, redes sociais, aplicativos bancários e outros serviços importantes. Sempre que possível, prefira aplicativos autenticadores ou chaves de segurança aos códigos enviados por SMS, que podem ser interceptados;
Use um gerenciador de senhas: para evitar a repetição de senhas em diferentes aplicativos e sites, utilize gerenciadores confiáveis para criar e armazenar senhas longas, complexas e exclusivas para cada serviço;
Proteja o chip do seu celular: ative o PIN do cartão SIM (chip) nas configurações do telefone. Isso dificulta que criminosos retirem o chip de um celular roubado e o utilizem em outro aparelho para receber códigos enviados para recuperação de contas e senhas.
Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628
Fonte: Ministério das Comunicações
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