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Do AM ao FM: entenda as diferenças entre as transmissões de rádio
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O rádio passou por diferentes transformações tecnológicas ao longo de sua história no Brasil. Uma delas é a migração de emissoras da faixa de Amplitude Modulada (AM) para a Frequência Modulada (FM).
As duas tecnologias utilizam ondas de rádio para transmitir o áudio da emissora até o aparelho do ouvinte, mas empregam formas diferentes de modulação do sinal.
Na transmissão AM, a informação é transmitida por meio da variação da amplitude da onda. Na FM, a informação é transmitida pela variação da frequência da onda.
De forma simplificada, é possível comparar as duas tecnologias observando uma onda: na AM, varia a amplitude, enquanto na FM varia a frequência. Essas características influenciam aspectos como alcance da transmissão, qualidade do áudio e comportamento do sinal diante de interferências.
A faixa AM possui características de propagação que podem permitir a cobertura de distâncias maiores em determinadas condições. A FM, por sua vez, apresenta características que podem proporcionar melhor qualidade de áudio e menor suscetibilidade a determinados tipos de interferência.
Processo de migração
No Brasil, determinadas emissoras que operam na faixa AM podem migrar para a faixa FM, conforme os requisitos e as condições estabelecidos na regulamentação.
A mudança envolve a utilização de uma nova frequência para a transmissão do serviço. A programação da emissora não precisa ser alterada em razão da mudança de faixa.
Como solicitar a migração de AM para FM?
As emissoras que atendam aos requisitos previstos na regulamentação podem solicitar a migração da faixa AM para FM.
O pedido deve seguir os procedimentos e as condições estabelecidos pelos órgãos competentes.
Como solicitar: o requerimento pode ser realizado por meio da página de serviços do Gov.br.
Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628
Fonte: Ministério das Comunicações
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GPS: como o sistema de localização se relaciona com as telecomunicações?
Você já usou o celular para encontrar um endereço, pedir um carro por aplicativo ou compartilhar sua localização? Entre as tecnologias utilizadas nessas situações está o GPS, que permite ao dispositivo determinar sua posição a partir de sinais de satélite.
A sigla GPS significa Global Positioning System (Sistema de Posicionamento Global). Os dispositivos recebem informações de diferentes satélites e, a partir do tempo que esses sinais levam para chegar ao aparelho, calculam sua localização.
É importante destacar que GPS e telecomunicações são tecnologias diferentes, mas podem ser utilizadas em conjunto em diversas aplicações. O GPS está relacionado ao posicionamento, enquanto as redes de telecomunicações estão ligadas à conectividade e à transmissão de informações.
Na prática, o GPS ajuda a determinar onde o dispositivo está. Já as redes de telecomunicações, como as redes móveis 4G e 5G e o Wi-Fi, podem ser utilizadas para transmitir dados relacionados à localização para aplicativos, serviços e outras pessoas.
A combinação dessas tecnologias está presente em atividades do dia a dia, como transporte, serviços de emergência, rastreamento de veículos e equipamentos e compartilhamento de localização em tempo real.
Ao usar um aplicativo de mapas, por exemplo, o GPS pode determinar a posição do usuário, enquanto a conexão com a internet permite carregar o mapa, apresentar informações sobre locais próximos, mostrar condições de trânsito e calcular rotas.
Para receber sinais dos satélites e determinar a posição, o GPS não depende de uma rede móvel. Isso significa que um aparelho pode, em determinadas situações, obter sua localização mesmo sem estar conectado à internet.
Entretanto, muitos serviços que utilizam informações de localização dependem de uma conexão de telecomunicações para funcionar completamente. Embora seja o mais conhecido, o GPS não é o único sistema de navegação por satélite existente.
Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628
Fonte: Ministério das Comunicações
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