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Dia Internacional das Vítimas de Desaparecimentos Forçados mobiliza contra a violência e alerta para a sua atualidade

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O Dia Internacional das Vítimas de Desaparecimentos Forçados, lembrado anualmente em 30 de agosto, convida Estados, vítimas, sociedade civil e instituições que atuam na defesa dos direitos humanos a se mobilizarem pela manutenção da memória, por respostas àqueles que ainda seguem no aguardo e por medidas para a não repetição da violência.

Criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em referência ao Dia Internacional dos Detidos/Desaparecidos – que já era comemorado desde 1981 na América Latina e no Caribe, sob organização da Federação Latino-Americana de Associações de Familiares de Detidos-Desaparecidos (FEDEFAM) –, a data também busca conscientizar sobre a contemporaneidade da opressão em todos os países ao redor do mundo.

No Brasil, a ditadura militar (1964-1985) tem sido o exemplo mais palpável do desaparecimento forçado. Ainda hoje, familiares próximos às vítimas do fato histórico e movimentos sociais seguem se organizando e estimulando diversas camadas da sociedade na busca por explicações e dignidade.

O arcabouço normativo internacional relativo ao tema inclui instrumentos como a Convenção Interamericana sobre o Desaparecimento Forçado de Pessoas e a Convenção Internacional para a Proteção de Todas as Pessoas Contra o Desaparecimento Forçado, que estabelecem diretrizes globais de prevenção, cooperação e combate a essa prática.

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Texto: R.B.

Edição: F.T.

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Fonte: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania

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Últimos dias para o envio de informações ao Sinisa

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Restam poucos dias para municípios, prestadores e reguladores de serviços fornecerem as informações para o Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa). Iniciado em maio, o período de coleta vai até a próxima quinta-feira (3) e é um processo fundamental para a atualização das informações sobre abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos urbanos, drenagem de águas pluviais e gestão municipal, contribuindo para o planejamento e o fortalecimento das políticas públicas de saneamento básico.

“É muito importante que todos os responsáveis enviem suas informações, porque elas compõem uma base de dados essencial para analisar o cenário nacional do saneamento básico e nos ajuda a planejar investimentos. O processo é anual e obrigatório para ficar adimplente, por isso também é válido que a população acompanhe o andamento da coleta no site e cobre os prestadores e municípios que estão atrasados”, destaca o secretário nacional de Saneamento Ambiental, Márcio Leão Coelho.

Restando menos de uma semana para o fim do prazo, o processo de coleta segue avançando pelo país. Até esta quinta-feira (27), 9,3% dos municípios já finalizaram o preenchimento das informações no módulo de Água, enquanto 86,9% ainda estão sendo realizados. Ainda faltam 3,7% dos municípios iniciarem a atividade. O módulo de Esgoto apresenta maior número de preenchimentos concluídos, com 16,6%, porém 8,2% sequer começaram o envio de informações e 75,1% estão em andamento.

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A coleta do módulo de Resíduos Sólidos está com 42,8% concluídos e 43,0% em realização, faltando 14% para iniciar. Os números são semelhantes em Águas Pluviais, com 46,7% já finalizados, 35,7% em andamento e 17,5% ainda precisam começar. Novidade do Sinisa, o módulo de Gestão Municipal soma 47% de conclusões, 35% em andamento e outros 17,9% não iniciaram.

Os dados são fornecidos pelos próprios titulares dos serviços e prestadores de saneamento e permitem acompanhar a realidade do setor em todo o Brasil. As informações consolidadas subsidiam a formulação, o monitoramento e a avaliação de políticas públicas, além de orientar a definição de prioridades para investimentos e ações voltadas à universalização dos serviços.

O processo de preenchimento pode ser acompanhado pela população, gestores públicos ou demais interessados através do Painel de Acompanhamento de Coleta, que reúne o status atualizado sobre o andamento da coleta. A fiscalização é importante pois o fornecimento de informações ao Sinisa é uma obrigação prevista na legislação federal e os municípios ou prestadores que não encaminharem os dados dentro do prazo ficam inadimplentes junto ao sistema, o que pode impedir o acesso a recursos federais destinados a ações e investimentos em saneamento básico.

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“Nossas áreas técnicas estão à disposição para sanar qualquer dúvida, além de também termos mais informações disponíveis no site do Ministério das Cidades. O mais importante é que todos cumpram seu dever e forneçam os dados para a consolidação do Sinisa”, reforça o secretário.

Após o período de coleta, a próxima etapa é o envio da versão preliminar das informações, com prazo até 3 de novembro, e manifestações ou validação da versão preliminar poderão ser feitas até o dia 17 do mesmo mês. Por fim, a publicação dos indicadores e a divulgação do certificado de adimplência serão realizados até 31 de dezembro.

O Ministério das Cidades orienta que os responsáveis pelo preenchimento realizem o envio das informações com antecedência, evitando inconsistências e garantindo tempo hábil para eventuais correções.

▶️ Confira a página de acompanhamento da coleta do Sinisa.

▶️ Acesse a área do prestador e municípios.

Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à Imprensa
Telefone: (61) 2034-4282
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério das Cidades

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