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Anater lança edital de Seleção Pública do Acordo do Rio Doce

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A Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) lança, nesta quarta-feira (30), o Edital de Seleção Pública nº 03/2026 – Coopera Rio + Doce – como parte das ações de Retomada Econômica do Eixo Rural (Anexo 5) do Acordo do Rio Doce.

O edital vai selecionar entidades da sociedade civil, de direito privado e sem fins lucrativos para atuar em arranjos colaborativos com cooperativas e associações da agricultura familiar localizadas nos 49 municípios contemplados pelo Acordo do Rio Doce, em Minas Gerais e Espírito Santo.

A execução do projeto será de até 36 meses.

Arranjo colaborativo

Cada proposta deverá ser apresentada em formato de arranjo colaborativo, reunindo uma Entidade Proponente e as cooperativas e associações beneficiárias previstas em cada um dos nove lotes, em Minas Gerais e Espírito Santo.

Período de Inscrição

As inscrições estarão abertas de 09 de outubro a 18 de novembro, exclusivamente pela plataforma editalpre.anater.org

Texto: Ascom/Anater

Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar

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Do alto-mar à terra: telecomunicações conectam operações e aproximam equipes mesmo à distância

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Nesta terça-feira (29) é o Dia Mundial do Petróleo, data que reforça a importância desse recurso natural. Para além dos combustíveis, o petróleo fornece matéria-prima para a produção de diversos bens de consumo presentes no cotidiano de milhões de pessoas.

Em uma economia cada vez mais digitalizada e conectada, a indústria do petróleo também depende das telecomunicações. Em plataformas instaladas em alto-mar, a transmissão de dados, a comunicação via satélite e outras infraestruturas de conectividade auxiliam a operação e a comunicação com equipes em terra.

Como a plataforma se conecta com a terra?

Em alto-mar, a conectividade não depende necessariamente de uma única tecnologia. Satélites, cabos de fibra óptica e, em algumas regiões, redes móveis podem fazer parte da infraestrutura responsável por manter as plataformas conectadas.

É nesse cenário que a comunicação via satélite ganha importância, permitindo a transmissão de dados entre a estrutura em alto-mar e os centros de operação em terra.

Além dos satélites, cabos de fibra óptica submarinos também podem conectar estruturas offshore às redes em terra, permitindo a transmissão de grandes volumes de dados em alta velocidade.

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Em algumas regiões com infraestrutura disponível, as redes móveis também podem alcançar instalações em alto-mar. As tecnologias 4G e 5G permitem conectar não apenas os profissionais que estão nas plataformas, mas também sensores, equipamentos e outros dispositivos utilizados nas operações.

Essas diferentes tecnologias podem ainda funcionar de forma complementar, formando redes híbridas que ajudam a ampliar disponibilidade e a capacidade da conexão em alto-mar.

E dentro da plataforma, como funciona a conectividade?

Dentro da plataforma, a conectividade também está presente na rotina dos profissionais. Redes Wi-Fi e redes móveis privadas podem distribuir o acesso à comunicação por diferentes áreas da instalação, conectando trabalhadores, equipamentos e sistemas utilizados nas atividades.

Sensores e outros dispositivos conectados, por sua vez, permitem coletar e transmitir informações sobre equipamentos e processos, contribuindo para o acompanhamento das operações. A comunicação dentro da plataforma e com as equipes em terra também desempenha papel importante na segurança e na resposta a situações que exigem atenção.

Por trás das operações realizadas a quilômetros da costa, diferentes tecnologias de telecomunicações permitem manter pessoas, equipamentos e sistemas conectados, contribuindo também para a segurança das atividades. Mesmo à distância, a conectividade aproxima o trabalho desempenhado por profissionais e equipes especializadas em alto-mar e em terra.

Texto: ASCOM | Ministério das Comunicações • Mais informações: [email protected] | (61) 2027.6086 ou (61) 2027.6628

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Fonte: Ministério das Comunicações

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