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Eficiência em gestão fiscal mato-grossense: Matupá está entre as 10 melhores cidades na classificação fiscal, enquanto Peixoto de Azevedo está entre as piores

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Foi divulgada a lista dos municípios mato-grossenses conforme a classificação fiscal. Mais de 10 municípios atingiram a classificação “excelente”, conforme dados do Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), com base no ano de 2022. A lista é anual, elaborada pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro.

A pontuação é variável entre 0 e 1, sendo que quanto mais próximo de 1, melhor é a gestão fiscal do município. Além disso, recebem classificações pelos níveis de excelência, boa gestão, dificuldade e crítica.

Das dez cidades mato-grossenses, nove alcançaram a nota 1, sendo que ocuparam o topo da lista estadual e nacional. Entre as dez cidades, a única que não obteve nota 1 foi Matupá, com a classificação em 53º lugar na lista nacional, com a nota de 0,9970 ponto.

O índice para cálculo da nota leva em consideração os indicadores “gasto com pessoal”, “autonomia”, “liquidez” e “investimentos”. Nesse cenário, os dez piores municípios mato-grossenses tiveram nota inferir a 0,6, entrando na classificação de “dificuldade”.

Cuiabá é uma das cidades com o pior índice, encontrando-se em dificuldade. Em cenário nacional, integra a segunda pior capital brasileira, ficando atrás apenas de Campo Grande (MS).

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O pior município foi Vila Bela da Santíssima Trindade, com a nota de 0,5218.

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Renato Nery: sua morte exige voz, justiça e memória

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A morte brutal do advogado e ex-presidente da OAB-MT, Dr. Renato Gomes Nery, não pode ser tratada com indiferença. Trata-se de um crime que atinge diretamente a advocacia e a democracia. Renato foi um homem honrado, combativo e comprometido com a justiça — sua memória exige respeito e posicionamento firme por parte da sociedade e das instituições.

É inaceitável que um colega de trajetória tão marcante seja silenciado sem uma reação proporcional à gravidade do que ocorreu. Tive a honra de iniciar minha vida institucional na OAB-MT como conselheiro estadual em sua gestão. Conheci de perto o homem e o advogado.

Como ex-presidente da OAB-MT, tenho a obrigação de falar de Renato Nery. Não posso me calar diante da execução de um colega que também ocupou essa honrosa função. A presidência da Ordem não é apenas um cargo: é um compromisso com a defesa intransigente da advocacia e da democracia. Renato honrou essa missão com coragem, combatividade e senso de justiça.

A execução do colega, agora apontada pelas investigações como motivada por disputas fundiárias, exige não apenas uma rigorosa apuração policial, mas também uma profunda reflexão sobre os riscos enfrentados pelos que exercem a advocacia com independência e compromisso. O advogado precisa ter, acima de tudo, segurança para atuar. Sem isso, toda a estrutura democrática se fragiliza.

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É essencial que todos os desdobramentos do crime sejam investigados com máxima seriedade, inclusive aqueles de natureza patrimonial – para afastar oportunistas. Nada pode ser omitido ou minimizado. Só assim evitaremos injustiças irreparáveis e honraremos verdadeiramente a memória de Renato.

Neste momento em que prisões foram realizadas, inclusive de pessoas apontados como mandantes, é justo reconhecer o trabalho diligente dos órgãos de segurança pública, especialmente da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa. A atuação firme e técnica tem sido crucial para elucidar os fatos e oferecer respostas à sociedade.

À família de Renato, deixo minha solidariedade mais sincera. Que o legado de integridade, coragem e compromisso deixado por ele sirva como farol para todos os que ainda acreditam no poder transformador da advocacia e na força da verdade.

Renato Nery merece ser lembrado, respeitado e defendido — em vida e na memória. Seu nome não pode ser esquecido, nem a sua luta ignorada.

Por Ussiel Tavares, advogado e ex-presidente da OAB-MT

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