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AGRONEGÓCIO

Mercado do boi gordo inicia semana com preços em alta

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O mercado físico do boi gordo iniciou setembro com negócios acima das referências médias em alguns estados. Os frigoríficos ainda enfrentam dificuldades na composição de suas escalas de abate, que variam entre cinco e sete dias úteis, dependendo do estado.

A entressafra está no seu ápice, com uma oferta mais restrita de animais terminados e maior dependência da oferta de animais confinados para atender as escalas de abate. Para algumas indústrias, a incidência de animais de parceria (contratos a termo) tem sido extremamente benéfica, ajudando na composição das escalas. Mesmo assim, os preços continuam subindo em grande parte do país.

O mercado atacadista mantém preços firmes. Segundo especialistas, o ambiente de negócios ainda sugere uma elevação dos preços no curto prazo. O quarto traseiro segue precificado a R$ 18,40 por quilo, o quarto dianteiro a R$ 14,00 por quilo, e a ponta de agulha permanece a R$ 14,00 por quilo.

A projeção de preço do boi gordo para o futuro mostra uma recuperação contínua ao longo da segunda metade de 2024, com os contratos futuros para vencimento em janeiro de 2025 acima de R$ 250,00 por arroba. A demanda por carne bovina, tanto no mercado interno quanto nas exportações, continua aquecida, sustentando os preços firmes.

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Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

IBGE revisa safra e reforça posição entre os maiores produtores do país

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) elevou em 261,1 mil toneladas a estimativa para a produção agrícola do Paraná em 2026, colocando o estado entre os três maiores ajustes positivos do país no mês de maio. Com a revisão, o Paraná mantém a posição de segundo maior produtor brasileiro de cereais, leguminosas e oleaginosas, respondendo por 13,6% da safra nacional.

A nova projeção acompanha o cenário favorável da agricultura brasileira. Segundo o IBGE, o país deverá colher 350,4 milhões de toneladas de grãos em 2026, um dos maiores volumes da série histórica. Apenas Mato Grosso e Mato Grosso do Sul tiveram acréscimos superiores ao registrado pelo Paraná na comparação com o levantamento anterior.

A soja segue como principal cultura do estado, com produção estimada em 22 milhões de toneladas, volume 2,7% superior ao obtido em 2025. Já o milho de segunda safra, principal aposta dos produtores nesta temporada, teve a projeção elevada para 17,5 milhões de toneladas e representa cerca de 16% da produção nacional da safrinha.

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Nas culturas de inverno, o Paraná continua liderando com folga a produção brasileira de cevada. A colheita está estimada em 552,6 mil toneladas, o equivalente a mais de 80% da produção nacional. A aveia também apresentou revisão positiva e deverá alcançar 256,5 mil toneladas, mantendo o estado entre os principais produtores do país.

Os números reforçam o protagonismo do agronegócio paranaense, sustentado pela diversificação das culturas e pelo elevado nível tecnológico das propriedades. Ao lado do Rio Grande do Sul, o Paraná é um dos pilares da produção agrícola da Região Sul, que responde por mais de um quarto da safra brasileira de grãos.

Fonte: Pensar Agro

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