CUIABÁ
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

MAMÃO/CEPEA: Cotações do havaí e do formosa caem na BA

Publicado em

AGRONEGÓCIO


Cepea, 19/04/2022 – Os valores do mamão havaí e do formosa recuaram no Sul da Bahia na semana passada (de 11 a 14 de abril), de acordo com dados do Hortifruti/Cepea. O havaí tipo 12 a 18 foi vendido por R$ 2,30/kg, queda de 33% com relação à semana anterior. O formosa foi comercializado por R$ 0,95/kg, baixa de 45% na mesma comparação. Colaboradores do Hortifruti/Cepea relataram que a queda no preço do formosa aconteceu devido ao aumento da oferta da variedade, sobretudo de frutas graúdas, que não têm boa aceitação do consumidor. Produtores afirmam que esperavam que essas frutas maturassem em maio; porém, o clima muito quente na Bahia acelerou a maturação. Com relação ao havaí, a pressão veio da desvalorização do formosa. No entanto, como sua disponibilidade se manteve baixa, os preços não caíram tanto quanto os do formosa. Fonte: Cepea/Hortifruti – www.hfbrasil.org.br

Fonte: CEPEA

Leia Também:  Líder da pecuária nacional registra o melhor preço da carne bovina exportada desde 2022
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

Publicados

em

O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

Leia Também:  Agronegócio bate recordes em 2025, mas enfrenta desafios de crédito e clima

Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

Leia Também:  CAFÉ/CEPEA: Cafeicultores iniciam colheita de arábica em parte das regiões

Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA