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HF BRASIL/CEPEA: Site da equipe de HF está de cara nova, com mais conteúdo e interação

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Cepea, 25/05/2022 – O já conhecido site da Equipe de Hortifrúti do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, o www.hfbrasil.org.br, está de cara nova, com mais conteúdo e interação. O novo site faz parte das comemorações aos 20 anos da revista Hortifruti Brasil, publicação do Centro de Pesquisas.

Assim, as séries completas de preços de todas as frutas e hortaliças levantadas pela equipe, as análises de mercado, todas as edições da revista do Hortifruti Brasil, entre outros, se somam a novos conteúdos, como o Espaço HF, dedicado a publicações periódicas de releases e de artigos de opiniões.

O site também está mais interativo. Agora, o leitor pode deixar seus comentários em todas as páginas que acessar, além de poder conversar diretamente com a equipe de HF, por meio do canal exclusivo no WhatsApp (19 99128-1144).

Todo o conteúdo do site do Cepea é elaborado a partir de levantamentos primários feitos por pesquisadores e estagiários de diferentes cursos de graduação, com a coordenação direta da professora da Esalq/USP Margarete Boteon. Ao longo de todo o dia, a equipe Hortifruiti Cepea conversa com compradores, vendedores, intermediários e outros profissionais de todo o País que se relacionam com os 13 setores acompanhados.

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Essas pesquisas são realizadas há 20 anos e veiculadas principalmente pela revista Hortifruti Brasil, aberta no site do Cepea e também distribuída por correio, sem custos, sobretudo a produtores de frutas e hortaliças. Além disso, os dados e as análises eram e continuam a ser divulgados também por newsletters, vídeos no YouTube e por mensagem para celular.

Acesse www.hfbrasil.org.br e confira outros detalhes! A comunidade Hortifruti Cepea é formada por todos que se relacionam com esse grande setor. Participe também.

Fonte: CEPEA

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Fracassa acordo no STF e disputa sobre Moratória da Soja volta a julgamento

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O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou a tentativa de construir um acordo entre produtores rurais, indústria, ambientalistas e Ministério Público sobre a Moratória da Soja. Sem consenso entre as partes, o Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol) devolveu os quatro processos relacionados ao tema aos ministros relatores, abrindo caminho para a retomada do julgamento das ações, ainda sem data definida.

Em despacho assinado nesta sexta-feira (12.06), o juiz auxiliar da Presidência do STF e supervisor do Nusol, Álvaro Ricardo de Souza Cruz, afirmou que as reuniões realizadas entre abril e maio chegaram a criar um ambiente favorável à conciliação, mas houve recuo dos envolvidos, inviabilizando uma solução negociada.

“Durante as tratativas, instaurou-se amplo diálogo entre os envolvidos, tendo-se verificado, em determinado momento, ambiente propício à construção de solução consensual. Contudo, sobreveio recuo das partes, o que impossibilitou a composição”, registra o documento.

Segundo o STF, a tentativa de mediação não buscava discutir a constitucionalidade das leis estaduais questionadas, mas os efeitos práticos decorrentes de uma eventual decisão da Corte. A preocupação é evitar a multiplicação de disputas judiciais em diferentes instâncias após o julgamento das ações.

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As tratativas envolveram representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do Ministério Público Federal e dos governos de Mato Grosso, Rondônia e Tocantins, além de partidos políticos autores das ações.

Com o fim da mediação, o Nusol reenviou as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 7774, relatada pelo ministro Flávio Dino; 7775, sob relatoria de Dias Toffoli; e 7863 e 7959, ambas sob responsabilidade do ministro Luiz Fux.

As ADIs 7774 e 7775 questionam leis aprovadas em Mato Grosso e Rondônia que retiraram benefícios fiscais de empresas participantes de acordos privados, como a Moratória da Soja.

Criada em 2006, a Moratória da Soja estabelece que empresas signatárias não adquiram grãos produzidos em áreas do bioma Amazônia desmatadas após 2008, ainda que a abertura das áreas tenha ocorrido dentro dos limites previstos pela legislação ambiental.

A disputa ganhou novo capítulo após a entrada em vigor, no início de 2026, da lei de Mato Grosso que impôs restrições às tradings participantes do acordo. A medida contribuiu para o esvaziamento da Moratória, com a saída da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e das empresas associadas.

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No fim do ano passado, o ministro Flávio Dino determinou a suspensão de todas as ações judiciais e administrativas relacionadas à Moratória da Soja, incluindo processos que pedem indenizações. Em uma dessas ações, produtores rurais de Mato Grosso reivindicam ressarcimento superior a R$ 1 bilhão. O setor também acionou o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), acusando as tradings de formação de cartel.

A tentativa de mediação havia sido anunciada em março, durante o julgamento das ações pelo plenário do STF. Com o fracasso das negociações, caberá agora aos ministros dar prosseguimento à análise do caso.

Fonte: Pensar Agro

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