AGRONEGÓCIO
Começa hoje a maior feira de bioenergia, inovação e sustentabilidade
AGRONEGÓCIO
A cidade de Sertãozinho (Cerca de 300 km da capitão, São Paulo) recebe, a partir desta terça-feira (12.08), a 31ª edição da Fenasucro & Agrocana, considerada a maior feira do mundo voltada ao setor de bioenergia. O evento, que segue até sexta-feira (15) no Centro de Eventos Zanini, pretende superar o volume de negócios da última edição, quando foram movimentados R$ 10,7 bilhões.
Mais de 600 marcas nacionais e internacionais participam da feira, trazendo cerca de três mil produtos e soluções para toda a cadeia produtiva da bioenergia. Representantes de todas as usinas brasileiras confirmaram presença, reforçando a importância estratégica do encontro para o setor.
Uma das novidades deste ano é a Fenabio, um espaço dedicado a conferências técnicas e debates sobre temas estratégicos como biocombustíveis, energia renovável, descarbonização, economia verde e políticas públicas. A programação também dará destaque a tecnologias para ganho de produtividade, eficiência operacional e práticas de agricultura de precisão.
Ao todo, serão mais de 100 horas de conteúdo voltado à cadeia da cana-de-açúcar, etanol de milho, alimentos, bebidas, papel e celulose, biodiesel e logística. A feira espera atrair visitantes de mais de 60 países, ampliando a projeção internacional do evento.
Segundo a organização, a proposta é oferecer um espaço que una negócios, atualização técnica e visão de futuro. A expectativa é que esta edição mantenha o ritmo de crescimento e consolide o papel do Brasil como referência mundial em energia limpa e sustentável.
Serviço
Quando: 12 a 15 de agosto de 2025
Onde: Centro de Eventos Zanini – Sertãozinho (SP)
Expectativa de público: visitantes de mais de 60 países
Fonte: Pensar Agro
AGRONEGÓCIO
Enquanto EUA anunciam tarifas, China abre mercado para a carne brasileira
No mesmo momento em que os Estados Unidos ampliam as ameaças tarifárias contra produtos brasileiros, a China enviou um sinal na direção oposta. O governo chinês anunciou nesta terça-feira (02.05) o reconhecimento de todo o território brasileiro como livre de febre aftosa sem vacinação, decisão que elimina as últimas restrições sanitárias sobre estados do Norte do país e abre caminho para ampliar as exportações de carne bovina e suína ao principal mercado consumidor do mundo.
A medida tem peso estratégico para o agronegócio brasileiro. A China é o maior comprador mundial de carne bovina e absorve mais da metade de toda a carne bovina exportada pelo Brasil. Apenas no primeiro trimestre deste ano, os chineses importaram quase R$ 16,5 bilhões em carnes brasileiras, demonstrando a dimensão do mercado para a pecuária nacional.
O reconhecimento encerra uma negociação que se arrastava há mais de duas décadas e uniformiza o status sanitário brasileiro perante as autoridades chinesas. Na prática, produtos que enfrentavam limitações em razão das restrições aplicadas a determinadas regiões do país passam a ter acesso ampliado ao mercado asiático. Entre os principais beneficiados estão carnes com osso, miúdos e outros produtos de maior valor agregado, segmentos que tradicionalmente encontram forte demanda na China.
A decisão ocorre em um momento particularmente relevante para a pecuária nacional. Nos últimos meses, frigoríficos e exportadores brasileiros vinham buscando ampliar sua participação no mercado chinês, inclusive com pedidos de habilitação de novas plantas exportadoras e negociações para aumento de volumes embarcados.
A importância da China para o campo brasileiro vai muito além da pecuária. No ano passado, o país asiático comprou mais de R$ 275 bilhões em produtos do agronegócio brasileiro, mantendo-se com ampla folga como o principal destino das exportações do setor.
Para a pecuária, o anúncio representa uma vitória ainda mais significativa porque reforça a credibilidade sanitária brasileira justamente quando diversos países endurecem exigências para importação de proteínas animais. O reconhecimento chinês funciona como um aval à estrutura de vigilância sanitária e defesa agropecuária construída pelo Brasil ao longo dos últimos anos.
A sinalização também ganha relevância diante do cenário internacional. Enquanto Washington discute novas sobretaxas que podem atingir parte das exportações brasileiras, Pequim amplia o acesso para um mercado de mais de 1,4 bilhão de consumidores e reforça sua posição como principal destino da proteína animal produzida no Brasil. Para o setor pecuário, a mensagem é clara: se de um lado surgem barreiras comerciais, do outro o maior comprador de carne do planeta está abrindo ainda mais espaço para o produto brasileiro.
Fonte: Pensar Agro
-
ESPORTES6 dias atrásBotafogo vence o Caracas na Venezuela e assegura melhor campanha geral da Sul-Americana
-
ESPORTES6 dias atrásFluminense derrota Deportivo La Guaira no Maracanã e carimba vaga nas oitavas de final da Libertadores
-
POLÍCIA5 dias atrásPM prende suspeito de esfaquear colega de trabalho após desentendimento
-
MATO GROSSO4 dias atrásPolícia Civil deflagrou operação contra investigados por homicídio ligado a facção em Tabaporã
-
ESPORTES6 dias atrásCorinthians perde invencibilidade na Libertadores após revés para o Platense na Neo Química Arena
-
VÁRZEA GRANDE6 dias atrásCampanha nacional vai até dia 30 e Saúde de Várzea Grande segue busca ativa no grupo prioritário
-
ESPORTES6 dias atrásCom show de Flaco López e Arias, Palmeiras goleia Junior Barranquilla na Libertadores
-
POLÍCIA6 dias atrásPolícia Militar deflagra operações Força Total e Centro Seguro nos 142 municípios do Estado




