CUIABÁ
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

CITROS/CEPEA: Demanda supera oferta e mantém preço da laranja em alta

Publicado em

AGRONEGÓCIO

Cepea, 19/8/2022 – Mesmo com mudanças de temperatura durante esta semana, o que poderia ter influenciado o consumo, a demanda por laranjas continuou superior à oferta, mantendo os preços da fruta em alta. De segunda a quinta-feira (15-18), a laranja pera teve preço médio de R$ 37,15/cx de 40,8 kg, na árvore, aumento de 0,67% em comparação com o da semana passada. Para a lima ácida tahiti, os valores também seguem em elevação. Segundo pesquisadores do Cepea, além da diminuição da oferta devido ao próprio calendário de colheita da fruta, compradores têm relatado dificuldades para encontrar lotes de boa qualidade. Nesta semana, a tahiti tem média de R$ 45,55/cx de 27 kg, colhida, aumento de 9,74% frente à do período anterior. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  TRIGO/CEPEA: Baixa procura reduz preços, mas dólar e oferta da AR limitam desvalorização
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Setor produtivo e bancos vão travar batalha de R$ 130 bilhões semana que vem no Senado

Publicados

em

A votação do projeto de lei que autoriza a renegociação de dívidas rurais, prevista para a próxima quarta-feira (10.06), tornou-se o ponto central das articulações do setor produtivo em Brasília. Enquanto entidades que representam o campo — como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e associações de produtores como a Aprosoja — intensificam o trabalho junto ao parlamento para assegurar a aprovação do texto com condições viáveis de pagamento, o sistema bancário iniciou uma ofensiva para limitar o alcance da medida.

O setor produtivo argumenta que a renegociação é uma necessidade estratégica para a manutenção da atividade agropecuária no País, diante de um cenário de custos elevados e margens apertadas. A proposta defendida pelos produtores busca um fôlego financeiro essencial para o setor, com prazos de pagamento mais longos e taxas de juros controladas, garantindo que o ciclo produtivo não seja interrompido por desequilíbrios financeiros conjunturais. A mobilização, organizada pelas redes sociais, reflete o peso do setor na economia nacional e o temor de que o crédito rural sofra uma contração ainda maior sem a reestruturação dos passivos.

Leia Também:  PERSPEC 2023-SOJA/CEPEA: Ano se inicia em meio a incertezas quando à safra 2022/23

Do outro lado, as instituições financeiras, representadas pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e pela Confederação Nacional das Instituições Financeiras (Fin), buscam apresentar um substitutivo. O sistema bancário argumenta que a amplitude do projeto original, aprovado em comissão na semana passada, poderia gerar riscos à segurança jurídica e à previsibilidade do crédito. A proposta dos bancos para “calibrar” o projeto inclui travar o benefício a um teto de R$ 10 milhões por CPF, restringir o escopo a dívidas de 2024 em diante e reduzir drasticamente o período de suspensão de vencimentos.

A disputa técnica centra-se no impacto financeiro e na governança dos contratos. Enquanto os bancos alegam complexidade operacional e riscos de “estímulos indevidos à inadimplência” com os prazos de até 13 anos e juros de 7,5%, os representantes do campo defendem que as regras de enquadramento devem ser amplas o suficiente para atender quem realmente precisa, excluindo apenas situações sem relação direta com a atividade econômica financiada.

A articulação política no Senado segue intensa. O setor produtivo aguarda a definição da pauta para esta semana, ciente de que o texto final poderá sofrer ajustes para acomodar as pressões do sistema bancário, mas mantendo a defesa de que a funcionalidade do sistema de crédito rural não deve ser usada como pretexto para impedir o socorro necessário ao produtor que movimenta a economia brasileira.

Leia Também:  BOI/CEPEA: Indicador atinge casa dos R$ 350

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA