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CLDF homenageia Movimento Segue-me pelos 47 anos de evangelização católica

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Em sessão solene realizada nesta quarta-feira (26), no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), lideranças religiosas e membros da comunidade católica celebraram os 47 anos de atuação do Movimento Segue-me. A homenagem foi proposta pelo deputado João Cardoso (PL), presidente da Frente Parlamentar Católica da Casa.

João Cardoso destacou o orgulho pelo fato de o Distrito Federal ser o berço do movimento. “A Câmara Legislativa se alegra por reconhecer essa história. O Segue-me, que nasceu aqui em Brasília, tem uma história de fé, de serviço, de juventude e, principalmente, de evangelização”, afirmou.

O parlamentar reforçou ainda o compromisso do seu mandato com as causas e iniciativas católicas no DF. “Temos colocado nosso mandato a serviço da evangelização. O movimento Segue-me continua sendo esse instrumento de encontro, de alinhamento e de acolhimento. Que continue ajudando nossos jovens a descobrir que vale a pena seguir a Cristo”, complementou.

Testemunhos de fé e vocação

Durante a solenidade, líderes eclesiásticos e representantes do movimento compartilharam discursos e reflexões sobre a trajetória e a missão do Segue-me. O bispo auxiliar de Brasília, Dom Denilson Geraldo, destacou a importância social e espiritual da atuação jovem na Igreja e na sociedade.

“Esta homenagem na Câmara Legislativa nos coloca numa dimensão da fé, porque tudo aquilo que é católico e cristão é também um grande serviço à sociedade. O Segue-me é um movimento que entrou na igreja e na sociedade, estando presente em 26 dioceses, o que é de fato uma grande bênção”, argumentou o religioso.

Dom Denilson Geraldo (Sara Marques/Agência CLDF)

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O diretor espiritual arquidiocesano do Segue-me, padre Anderson da Costa Alencar, ressaltou o empenho e o papel do jovem na evangelização do próprio jovem.

Qual é o instrumento de evangelização de um jovem? outro jovem. Nos alegra ver toda Brasília movimentada com a nossa juventude, isso é a cara do Segue-me. Respondemos todos os dias ao chamado de Cristo com a disposição de dar o melhor”, declarou.

Representando a juventude do movimento, Kassia Lorena expressou a gratidão do grupo e ressaltou o papel do pós-encontro e dos trabalhos comunitários.

“Sou muito feliz por fazer parte do Movimento Segue-me há tantos anos. O Segue-me entendeu seu papel na sociedade e se difundiu para tantos jovens. Nosso trabalho não se limita às paróquias; ele também está presente no pós-encontro, nas ações sociais e comunitárias e no apoio às famílias e às vocações“, concluiu.

O coordenador nacional do Segue-me, Nestor Ferreira Campos Filho, reforçou a longevidade e a abrangência da iniciativa. “Existir há 47 anos, se aproximando das cinco décadas, só é possível pela ação de Deus. O movimento virou uma identidade para nós, ajudando a comunicar Jesus aos jovens por palavras, sorrisos e canções, preparando famílias santas para o futuro”, afirmou.

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Ao final do evento, foram entregues moções de louvor aos voluntários, sacerdotes e coordenadores do movimento, seguidas de bênção final e apresentações musicais em comemoração aos 47 anos do Segue-me.

Origem e trajetória

Conforme explicado no requerimento que originou a homenagem, o Segue-me teve sua origem fundamentada na passagem bíblica da vocação de São Mateus (“Disse-lhe: Segue-me. O homem levantou-se e O seguiu”) e foi inspirado na experiência do Encontro de Jovens com Cristo (EJC).

O movimento nasceu no Distrito Federal a partir de uma inquietação de casais do Encontro de Casais com Cristo (ECC) da Paróquia do Divino Espírito Santo, no Guará II, que buscavam proporcionar aos seus filhos uma vivência espiritual transformadora.

Com a orientação do Padre Antônio Chirulli, o primeiro encontro do Segue-me aconteceu nos dias 31 de março e 1º de abril de 1979. Ao longo de quase cinco décadas, o movimento ultrapassou a intenção inicial de atender apenas filhos de “encontreiros” e abriu portas para toda a juventude.

Atualmente, o Segue-me está presente em 35 paróquias do DF, alcançando aproximadamente 1.500 novos jovens por ano. Em âmbito nacional, a missão expandiu-se para 173 paróquias espalhadas por 26 dioceses em diversas regiões do país.

Confira as imagens do evento no Flickr da CLDF

Fonte: Câmara Legislativa – DF

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Em sessão especial, representantes da maçonaria destacam papel da instituição

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Em sessão especial nesta sexta-feira (28) em homenagem ao Dia do Maçom, comemorado anualmente em 20 de agosto, representantes de organizações maçônicas de vários estados brasileiros lembraram o papel da instituição na história do país e defenderam a aproximação entre as diversas vertentes da maçonaria.

O dia 20 de agosto refere-se à fundação do Grande Oriente do Brasil (GOB), com a fusão das lojas Esperança, Comércio e Artes, União e Tranquilidade, no Rio de Janeiro, em 1822. Naquela ocasião, o maçom Joaquim Gonçalves Ledo defendeu a urgência da independência do Brasil, proclamada por Dom Pedro I semanas depois.

— A comemoração do dia de hoje se dá principalmente por ter sido a Proclamação da Independência o resultado incansável do trabalho de maçons que iniciaram um movimento liberal – afirmou o senador Izalci Lucas (PL-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão.

Entidades maçônicas

Participaram da sessão lideranças das diferentes vertentes da maçonaria no Brasil, como o Grande Oriente do Brasil, a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) e a Confederação Maçônica do Brasil (Comab). Secretário-geral da CMSB, Armando Assumpção defendeu um fortalecimento da relação entre as três, ressalvando que cada uma tem plena autonomia e sua própria história e estrutura.

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O grão-mestre geral do GOB, Ademir Cândido da Silva, destacou o papel histórico da maçonaria.

— Há instituições que atravessam a história, e há instituições que ajudam a história a encontrar o seu caminho – afirmou.

Secretário-geral da Comab, Cassiano Moreno afirmou que a maçonaria atual deve “honrar o legado” das gerações anteriores, atuando em um Brasil “cheio de desafios, que ainda convive com desigualdades, violência, intolerância, corrupção, pobreza e a dificuldade de convivermos com quem pensa diferente de nós”.

Adalberto Alízio Eyng, grão-mestre geral adjunto do GOB, afirmou que ser maçom é “ser amante da virtude, da sabedoria e da justiça, é estender a mão a quem sofre, é ser voz diante da injustiça, cultivar a harmonia das famílias e, em especial, promover a concórdia entre os homens”. Presidente da CMSB e grão-mestre da Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, Cassiano Teixeira de Morais saudou a união dos representantes da maçonaria brasileira e disse que a instituição está associada não só a grandes transformações sociais, mas também individuais.

O requerimento para a realização da sessão foi assinado também pelos senadores Confúcio Moura (MDB-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Lucas Barreto (PSD-AP) e pelas senadoras Damares Alves (Republicanos-DF) e Professora Dorinha Seabra (União-TO).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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