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SAÚDE

Goiás tem 22 médicos especialistas em atividade e recebe mais 20 profissionais

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SAÚDE

O Ministério da Saúde prorrogou até fevereiro de 2027 a permanência dos profissionais do primeiro ciclo do Projeto Mais Médicos Especialistas (PMM-E) em todo o país. Em Goiás, 22 médicos especialistas estão em atividade, contribuindo para ampliar o acesso da população à atenção especializada. Outros 20 profissionais chegam ao estado nessa semana para reforçar o atendimento nos municípios de Goiatuba, Rio Verde (3), Piracanjuba (2), Niquelândia, Flores e São João da Aliança.

A medida garante a atuação ininterrupta de médicos especialistas nos municípios de todo o país até a publicação de um novo edital, previsto para dezembro de 2026. A continuidade fortalece o objetivo central do programa: ampliar o acesso à atenção especializada e reduzir o tempo de espera da população por consultas, exames e cirurgias.

Em Goiás, os profissionais em atividade atuam nas especialidades de anestesiologia, cirurgia geral, colposcopia, endoscopia, entre outras. A chegada de novos especialistas reforça a assistência nos municípios e contribui para reduzir vazios assistenciais, especialmente no interior.

Em todo o país, o projeto já alcança 2 mil médicos especialistas, quatro vezes a meta inicial. Cerca de 500 são anestesiologistas, profissionais fundamentais para a realização de cirurgias, e 52% dos especialistas atuam no interior do país. Atualmente, 1.480 médicos estão em atividade, além de 451 profissionais que chegam nesta semana pelo 3º Ciclo do Projeto Mais Médicos Especialistas.

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De acordo com o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), Felipe Proenço, o PMM-E é inovador e já está consolidado como uma política de formação e provimento de especialistas para o Sistema Único de Saúde (SUS).  Proenço afirma ainda que o projeto tem melhorado a prestação de serviços, o que reforça a necessidade de prorrogação das atividades.

“A redução do tempo de espera está relacionada ao aumento do número de procedimentos realizados pelos especialistas. A produção é acompanhada por meio dos registros do Sistema de Informação Ambulatorial e do Sistema de Informação Hospitalar, além dos dados inseridos pelos profissionais em formação na Universidade Aberta do SUS,’’ explicou.

A permanência desses profissionais nos territórios também assegura a continuidade do cuidado prestado à população e preserva os investimentos já realizados em formação, deslocamento e fixação dos médicos. O Mais Médicos Especialistas oferta 24 cursos de aprimoramento, com a participação de 55 instituições mentoras. O programa integra o Agora Tem Especialistas, instituído pela Lei nº 15.233, de 7 de outubro de 2025.

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A prorrogação, porém, não é automática. Os médicos admitidos pelo edital nº 03/2025, cujos contratos venceriam em setembro, precisam, individualmente, cumprir os requisitos de aprimoramento, de serviço e de situação administrativa, além de manifestar interesse em continuar e obter aprovação dos gestores locais.

Formação médica

No âmbito da formação, o SUS é o maior formador de especialistas do país. Atualmente, são 51,5 mil residentes financiados pelo Ministério da Saúde, com aumento do investimento de R$ 1,4 bilhão, em 2023, para R$ 3,3 bilhões, em 2026. Entre 2023 e 2025, foram criadas mais 5.890 bolsas de residência médica e 3.577 bolsas de residência em área profissional por meio do Pró-Residência. Até o final de 2026, especialidades consideradas críticas lideram a expansão de vagas, com 4.926 em anestesiologia e 2.623 em psiquiatria.

Atualmente, o estado de Goiás conta com 1.265 residentes em saúde com bolsas financiadas pelo Ministério da Saúde. Desse total, 995 estão em programas de residência médica e 270 em residências de área profissional.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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SAÚDE

Unidade de cuidados continuados passa a atender pacientes do SUS em Curitiba

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Uma Unidade de Cuidados Continuados (UCC) com 60 leitos destinados a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) iniciou o atendimento nesta sexta-feira (28), na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba (ISCMC). O serviço recebe pacientes regulados pelo município que necessitam dar continuidade ao tratamento após a fase de maior complexidade da internação hospitalar.

A unidade é destinada a pessoas clinicamente estáveis que ainda precisam de acompanhamento, reabilitação e cuidados de enfermagem, mas que não necessitam permanecer em leitos hospitalares de maior complexidade.

Durante a abertura da unidade, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, destacou a importância da ampliação da capacidade assistencial e da organização dos fluxos de atendimento na rede.

“A ampliação da capacidade de cuidados continuados permite organizar melhor o fluxo de pacientes na rede, garantindo que cada pessoa tenha acesso ao cuidado adequado à sua necessidade. Ao mesmo tempo, contribui para que os leitos hospitalares de maior complexidade estejam disponíveis para quem realmente precisa desse tipo de atendimento”, destacou.

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Entre os pacientes que podem ser encaminhados ao serviço estão pessoas em recuperação após acidente vascular cerebral (AVC), que podem dar continuidade ao tratamento com fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e acompanhamento médico.

Financiamento

O funcionamento da unidade conta com recursos federais incorporados ao Teto Financeiro de Média e Alta Complexidade (Teto MAC) de Curitiba. O valor anual previsto para o serviço é de R$ 20 milhões, repassados à Santa Casa por meio da contratualização com a Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba.

A unidade recebeu o nome de Monsenhor Mário Sérgio Bittencourt de Carvalho, que atuou em comunidades da Arquidiocese de Belo Horizonte e foi provedor da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba.

Serviços de saúde no Paraná

Durante visita técnica realizada à Santa Casa de Curitiba, também foi destinado à prefeitura um veículo para utilização nos serviços de saúde do município.

Dez ambulâncias Tipo A estão sendo entregues aos municípios de Campina Grande do Sul, Curitiba, Arapongas, Araucária, Cambé, Campina da Lagoa, Campo Largo, Cantagalo, Castro e Colombo.

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Também estão previstas dez Unidades Odontológicas Móveis (UOMs) para os municípios de Tapira, Enéas Marques, Pinhalão, Ipiranga, Campo do Tenente, Porto Barreiro, Arapuã, Godoy Moreira, Jardim Alegre e Marquinho.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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