POLITÍCA NACIONAL
32 senadores tentam a reeleição neste ano
POLITÍCA NACIONAL
A campanha eleitoral começou oficialmente no domingo (16). No caso do Senado, a votação de 4 de outubro coloca em disputa dois terços das cadeiras da Casa. Em outras palavras, até 54 de suas 81 vagas podem ser renovadas — a não ser nos casos de reeleição.
A renovação dos mandatos no Senado é feita de forma intercalada: em uma eleição, um terço das vagas (27 cadeiras) entra em disputa; na eleição seguinte, dois terços das vagas (54 cadeiras) estão em jogo. O mandato de um senador é de oito anos.
Em 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou 314 candidatos para o Senado. Desse total, 32 são senadores que tentam a reeleição (veja a tabela abaixo).
A média da concorrência para o Senado é de 5,8 candidatos por vaga. O estado que menos registrou candidatos foi Alagoas, com apenas sete nomes. Já o estado recordista de candidatura foi o Piauí: 20 concorrentes registrados.
Conforme prevê a Constituição, cada senador representa seu estado e é eleito pelo sistema majoritário (ou seja, vence o pleito quem tem o maior número de votos), enquanto o deputado federal representa o povo e é eleito pelo sistema proporcional.
Cada estado pode eleger três senadores, independentemente do tamanho da população ou do número de eleitores. O candidato ao Senado registra sua chapa com dois suplentes.
Senadores que tentarão a reeleição |
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Alessandro Vieira (MDB-SE) |
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Angelo Coronel (Republicanos-BA) |
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Carlos Fávaro (PSD-MT) |
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Carlos Portinho (PL-RJ) |
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Carlos Viana (PSD-MG) |
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Chico Rodrigues (PSB-RR) |
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Cid Gomes (PSB-CE) |
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Ciro Nogueira (PP-PI) |
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Eduardo Braga (MDB-AM) |
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Eduardo Gomes (PL-TO) |
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Eliziane Gama (PSD-MA) |
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Esperidião Amin (PP-SC) |
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Fabiano Contarato (PT-ES) |
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Humberto Costa (PT-PE) |
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Jaques Wagner (PT-BA) |
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Leila Barros (PDT-DF) |
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Lucas Barreto (PSD-AP) |
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Marcelo Castro (MDB-PI) |
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Marcio Bittar (PL-AC) |
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Marcos do Val (Avante-ES) |
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Plínio Valério (PSDB-AM) |
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Randolfe Rodrigues (PT-AP) |
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Renan Calheiros (MDB-AL) |
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Rogerio Carvalho (PT-SE) |
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Sérgio Petecão (PSD-AC) |
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Soraya Thronicke (PSB-MS) |
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Styvenson Valentim (Podemos-RN) |
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Vanderlan Cardoso (PSD-GO) |
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Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) |
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Weverton (PDT-MA) |
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Zenaide Maia (PSD-RN) |
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Zequinha Marinho (Podemos-PA) |
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLITÍCA NACIONAL
Falta de segurança em vias e violência contra profissionais de saúde são temas debatidos na sessão
A falta de segurança em algumas vias do Distrito Federal e o aumento de casos de violência contra profissionais da saúde foram temas de destaque na sessão ordinária da Câmara Legislativa desta terça-feira (18). Parlamentares apontaram problemas de segurança para pedestres na via de acesso à ponte JK e na pista reversa que sobe da Granja do Torto para Sobradinho.
O deputado Max Maciel (PSOL) lamentou que o governo tenha voltado atrás nas mudanças que estavam sendo implementadas na via que dá acesso à ponte JK, inclusive com a instalação de faixas de pedestre e semáforos. Para ele, as mudanças são necessárias para garantir a segurança dos pedestres na região. O distrital afirmou que a segurança dos pedestres deve estar acima do risco de congestionamentos.
Já o deputado João Cardoso (PL) chamou a atenção para o fato de a pista reversa que existe da Granja do Torto para Sobradinho não possuir radar para fiscalizar a velocidade dos veículos. Por conta disso, segundo ele, estão ocorrendo pegas no local, com veículos em alta velocidade, colocando em risco toda a população. O distrital disse que já reclamou no Detran e no DER e recebeu do último órgão o argumento de que não há comprovação técnica de excesso de velocidade. Cardoso sugeriu que o DER faça uma fiscalização no local para averiguar a velocidade dos veículos.
Profissionais de saúde
O deputado Jorge Vianna (Democrata) disse que está muito próximo o momento de morrer alguém por espancamento em um hospital público. Para ele, essa será a consequência do aumento de ataques violentos contra os profissionais de saúde. Segundo ele, somente nos últimos dias foram registradas agressões a uma farmacêutica no Paranoá e a uma enfermeira em Samambaia. O distrital também criticou influencers e candidatos que usam as redes sociais para estimular ataques aos equipamentos de saúde.
Dissídio dos vigilantes
O deputado Chico Vigilante (PT) pediu celeridade ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT) na análise do dissídio coletivo dos vigilantes. A data base da categoria é 1º de janeiro e o sindicato da categoria encaminhou sua pauta de reivindicações em outubro. Mas somente em março, segundo o distrital, o sindicato patronal apresentou uma proposta, alterando uma série de conquistas e mudando o plano de saúde. Os trabalhadores rejeitaram a proposta. De lá para cá, seis empresas assinaram acordos individuais com seus trabalhadores, abarcando cerca de 12 mil vigilantes. O restante da categoria agora aguarda o resultado do dissídio coletivo, em análise no TRT.
Informamos que a cobertura realizada pela Agência CLDF, durante o
período eleitoral, estará ajustada à Lei 9.504/1997 e às orientações da Justiça Eleitoral.
Fonte: Câmara Legislativa – DF
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