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Projeto Sacola Viajante incentiva a leitura e fortalece os vínculos entre escola e família

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Aproximar a família da rotina escolar e transformar a leitura em um hábito prazeroso. Com esse objetivo, a Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Maria das Graças Pinto desenvolve o projeto Sacola Viajante. A iniciativa busca estreitar os laços entre a instituição de ensino e a comunidade escolar, transformando o ambiente doméstico em uma extensão da sala de aula.

“A dinâmica do projeto é simples, mas carrega um impacto profundo. As crianças levam os livros na Sacola Viajante para ler junto com a família, com o objetivo de envolver os pais nas práticas de leitura dos filhos e, a partir daí, criar momentos de união entre todos os participantes da ação”, destacou a diretora da unidade escolar, Belma Lemes.

A diretora ressalta que essa missão não pertence apenas ao estudante. A proposta exige que a família reserve um momento do dia para abrir a sacola e realizar a leitura em conjunto.

“A ação deve ser compartilhada entre o aluno, os pais, os irmãos e os demais responsáveis”, observou.

Para a secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, esse tempo de qualidade dedicado à leitura e à imaginação fortalece o diálogo, a empatia e o suporte emocional entre os familiares.

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“A escola cumpre seu papel social de alfabetizar e educar, ao mesmo tempo em que planta, em diversos lares, a semente de uma rotina mais unida, afetuosa e repleta de conhecimento. A participação da família é fundamental nessa jornada”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Escola Municipal ensina matemática com uso de jogos e brincadeiras

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O uso de jogos didáticos no ambiente escolar tem se mostrado uma ferramenta poderosa para transformar o aprendizado de disciplinas exatas. A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Irenice Godoy de Campos Silva, decidiu adotar o jogo Batalha Naval da Multiplicação como projeto pedagógico para o ensino da matemática.

A atividade, que inicialmente parecia apenas uma brincadeira, tem se mostrado um recurso extremamente eficiente para desmistificar a matéria e prender a atenção dos alunos.

“Por ser uma atividade diferenciada os alunos acabam tendo um interesse maior pela disciplina, eles aproveitam mais as aulas quando a professora leva jogos para inserir no aprendizado, dentro ou fora da sala de aula”, explicou a articuladora Juliana Catelli Loura.

A profissional destacou que a dinâmica do jogo batalha naval foi realizada pela professora da oficina de matemática, Osvaldina Maria de Souza Assunção para os alunos do 4º e 5º anos, que participam do projeto Escola em Tempo Ampliado (ETA).

“Alguns alunos têm dificuldade em trabalhar com os números, porém percebemos que ao aplicar jogos de raciocínio e brincadeiras eles acabam fixando os conceitos e aprendendo a matéria de forma lúdica. E a professora reconhece essa evolução. Os alunos passaram a ter mais motivação e engajamento durante as aulas de matemática”, destacou.

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DESAFIO: Ao jogar a batalha naval da multiplicação o aluno não está apenas calculando o resultado de uma operação, ele está prevendo as jogadas do colega, mapeando possibilidades e tomando decisões com base em hipóteses matemáticas. Esse processo retira o peso da obrigatoriedade do erro e do acerto imediato.

Na brincadeira, o erro faz parte da estratégia e funciona como um convite para refazer a conta e tentar novamente. Como resultado, os estudantes aprofundam-se na matemática de maneira mais leve. Ao aprender por meio do lúdico, as crianças assimilam noções de paciência, resiliência diante das derrotas e respeito às regras.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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